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Aceroleira — aceroleira-01

Espécie: Malpighia emarginata (acerola) Regime: varanda-fruteira (ver docs/regimes.md) Local: varanda — local A (coordenadas omitidas), 6h+ de sol direto, aberta à chuva. ⚠️ Gerenciamento separado da varanda da jabuticabeira-hibrida-01 (local B) — confirmado 2026-08-02, ver P23 em docs/decisoes.md. Estado: 🟢 recuperação avançada, copa seguindo cheia (checagem 2026-09-20) · vaso ~25–34 L · sem sensor desde 2026-10-01 (hhcc-01 foi para a pitanga) · novo(s) botão(ões)/flor pequena observado(s) perto do centro do vaso (🟡 hipótese) · líder ainda não escolhido nem amarrado ao tutor · estilização em pausa (dono pediu) · Forth Frutas meia dose aplicado em 2026-09-18 (checagem de drenagem antes não confirmada) Próxima ação: (1) remover botão/flor observado em 20/09 (pinçar) → (2) escolher e amarrar o líder ao tutor de bambu → (3) confirmar com o dono se a drenagem foi checada antes do adubo de 18/09 → (4) estilização parada por pedido do dono → (5) 🔴 pedir foto específica de folha/ponta de ramo na próxima janela de sol forte — calor do substrato passou de 40°C em 5 de 6 dias (25–30/09), 2x perto de 48°C, virou padrão repetido, não mais pico isolado → (6) próxima adubação ~2026-10-18 (30 dias, rótulo Forth Frutas), 1 colher de sopa (25g) — ⚠️ sem sensor nesta planta desde 01/10 (foi pra pitanga), decidir com o dono se volta antes da adubação pra medir o efeito Última atualização: 2026-10-01


1. Identificação

Campo Valor
plant_id aceroleira-01
Origem Enxertada, comprada em viveiro
Data de aquisição ⚠️ não informada
Altura atual ~50 cm — informado pelo dono em 2026-08-30 (não medido com trena). Responde P14
Vaso (⌀ × altura) 38 cm ⌀ × 30 cm — transplante em 2026-08-30 (antes: 20 × 18 cm, ver histórico)
Volume do vaso ~25–34 L ⚠️ (34 L se cilíndrico; ~25–30 L por ser cônico/arredondado) — antes ~4–5,7 L
Substrato Reaproveitado integralmente do vaso anterior (torrão intacto, sem trauma de raiz) + complemento de terra nova. Montagem 2026-08-30: pedras de argila expandida no fundo → manta → terra. ⚠️ foto da terra pendente
Exposição solar 6h+ de sol direto
Exposição à chuva Sim, direta

2. Requisitos da espécie

⚠️ Valores de literatura, a calibrar com o histórico real.

Parâmetro Alvo Observação
DLI 25–40+ mol/m²/dia ⚠️ Sol pleno obrigatório. Na sombra vegeta e não frutifica. Confirmado por
UF/IFAS (Growing Barbados Cherry in Florida, 2026-09-28): "full sun for maximum flowering and fruit production"
Água Regular Tolera seca curta bem melhor que a jabuticaba. Estresse hídrico leve seguido de chuva costuma induzir floração. UF/IFAS: rega 2–3×/semana na fase de estabelecimento; planta madura moderadamente tolerante à seca, mas floração/frutificação respondem à rega regular em período seco
pH 5,5–6,5 ⚠️ / 6,0–7,0 (UF/IFAS) Bem mais tolerante que a jabuticaba. Duas fontes de literatura, faixas próximas — não verificado localmente (sem medição de pH no projeto, ver docs/medicoes.md §4)
Substrato Arenoso bem drenado + matéria orgânica UF/IFAS: solo arenoso com composto/casca de pinus incorporado melhora estrutura e retenção — combina com a montagem já feita (argila expandida + manta + terra, ver histórico 2026-08-30)
EC / nutrição Exigente, mas sem alvo numérico confiável em µS/cm crus Responde muito a adubação. Boro e cálcio importam para o fruto. Adubo em casa: Forth Frutas 12-05-15 + micros (rótulo lido em 2026-08-20). UF/IFAS (quantidade/frequência): planta jovem ¼ lb a cada 2 meses; planta madura 2–4 lb por aplicação, 3×/ano, até ~15 lb/ano — não convertido para este projeto (adubo diferente, medida em L de vaso, não lb). Nutrientes lixiviam rápido em vaso — ver §4 abaixo
Drenagem Exige Encharcamento → problema radicular
Vaso p/ frutificar 30–50 L ⚠️ Atual: ~25–34 L desde o transplante de 2026-08-30 — já dentro/na borda da faixa
Horizonte de fruto 1–2 anos (enxertada) ⚠️ 3–5 safras/ano quando estabelecida

Fontes consultadas em 2026-09-28 (pesquisa motivada por interpretar o histórico do hhcc-01, ver §4): UF/IFAS — Growing Barbados Cherry in Florida · UF/IFAS — CIR 1092/SS117, EC de substrato de vaso · Nature Hills — Container Citrus Tree Fertilizer Guide (citros como proxy de manejo em vaso, não da espécie). ⚠️ Nenhuma fonte deu alvo numérico de EC específico para acerola — universidades usam método de laboratório (extrato de pasta saturada, dS/m), incompatível com a leitura crua de sensor barato (ver docs/medicoes.md §4).

⚠️ Regime de rega oposto ao da jabuticabeira. As duas estão na mesma varanda mas não podem compartilhar calendário de rega: uma não tolera secar, a outra se beneficia de seca curta. Esta é uma das primeiras conclusões acionáveis do projeto.

Chuva direta é ambígua para esta planta: chuva prolongada sem drenagem excelente vira problema radicular. Vaso pequeno + chuva direta = atenção redobrada ao dreno.

3. Meta atual

🔓 Período de adaptação encerrado em 2026-08-20 — brotação nova confirmada por foto, no dia 18 dos 28 previstos. O critério era a brotação, não a data. Adubo e poda de madeira morta liberados; poda de formação e transplante seguem pendentes. Ver histórico.

Depois disso: crescer forte, não frutificar. Mesmo com o vaso agora adequado (~25–34 L desde o transplante de 2026-08-30), a planta acaba de passar por poda relativa + transplante no mesmo dia e está com área foliar muito reduzida — forçar fruto agora a consumiria. A meta imediata é recompor copa e estrutura. A poda de formação segue adiada até a copa encher (P17); o ajuste leve de condução já foi feito junto com a poda de 2026-08-30.

Consequência para o sistema: alertas de indução floral e de nutrição para fruto não se aplicam a esta planta por enquanto. O que interessa medir é água e estresse.

4. Equipamentos instalados

Equipamento Desde O que mede Ficha
hhcc-01 2026-09-17 ⚠️ → 2026-10-01 Removido: foi para a pitanga-01. Histórico desta planta: data/sensor-app/aceroleira-01-*.csv (prints do Flower Care) + planilha InfoSensorESP32 até a hora da troca equipamentos/hhcc-01.md

5. Pendências

  • Medir a altura da planta (P14) → ~50 cm informado em 2026-08-30. Falta confirmar com trena.
  • Registrar o substrato → parcial: terra reaproveitada + argila expandida + manta (2026-08-30). Falta a foto da terra e a composição da terra nova.
  • Reavaliar as folhas amarelas → resolvido: em 2026-09-07 a folhagem nova está verde e sã; era senescência pós-estresse, o cenário benigno.
  • Reavaliar a retomada dos brotos após o transplante — refotografar em ~1 semana (2026-09-06) e ~3 semanas (2026-09-20), mesmo enquadramento.
  • Responder P15 (transplante) → feito em 2026-08-30 (ver histórico).
  • Fotografar o rótulo do Forth Frutas → 12-05-15 + micros, registrado em 2026-08-20. Produto aprovado para a meta atual; não comprar outro adubo.
  • Definir e comprar o vaso intermediário (~15–20 L) → superada: o dono transplantou direto para ~25–34 L em 2026-08-30, pulando o intermediário. Ver histórico e P25 em ../PROJETO.md.
  • Salvar as fotos em disco → feito: plants/fotos/aceroleira-01/AAAA-MM-DD-N.jpg.
  • Fixar um enquadramento de referência para a série fotográfica (mesmo ponto, mesma hora). As fotos de 02/08, 20/08 e 30/08 estão em ângulos diferentes.
  • Verificar drenagem do vaso novo — muito substrato ainda sem raiz + chuva direta + espécie que exige dreno. Confirmar que a água escoa pelos furos e não empoça.
  • Completar a terra nas bordas (ver histórico 2026-08-30) — ainda não feito nas fotos de 2026-09-03 e 2026-09-07; o vão terra↔parede continua visível.
  • O que é o plástico junto à borda do vaso → em 2026-09-07 dá para ver que é um saco de podas/resíduo apoiado no parapeito, não filme colado no vaso. Sem risco térmico. Pode remover por organização, mas não é urgente.
  • Reavaliar o dieback de ponta — sem close de ponta na foto de 2026-09-17 para confirmar; pedir esse close na próxima série.
  • Remover flores/botões florais — a de 2026-09-17 já é flor aberta, não só botão. Pinçar na axila sempre que aparecer, até a copa encher. A meta é copa, não fruto. 2026-09-20: novo(s) botão(ões)/flor pequena observado(s) de novo perto do centro do vaso — mesmo padrão recorrente, pinçar na próxima visita.
  • O que é o objeto verde-claro fincado na terra → resolvido: é o hhcc-01, reinstalado aqui em ~2026-09-17 (veio da jabuticabeira). Ver §4 e ../equipamentos/hhcc-01.md.
  • Eleger e amarrar o líder — em pausa a pedido do dono (2026-09-17). Retomar quando ele quiser voltar a falar de estilização (P17). 2026-09-20: tutor de bambu segue visível sem nada amarrado — confirma que a pausa continua.
  • Captura crua via nRF Connect (Objetivo 1) — 🟡 em andamento: 1ª leitura feita em 2026-09-20 (22,2 °C / 4191 lux / 26% / 298 µS/cm), faltam mais 4 em horários diferentes. Ver equipamentos/hhcc-01.md (2026-09-20) e P26 em ../PROJETO.md.
  • Checar drenagem/encharcamento — pendência de 2026-09-17, era para ser antes do adubo. O adubo já foi aplicado em 2026-09-18 (comentário do dono, 2026-09-20) sem confirmação de que a checagem tenha sido feita antes. Perguntar ao dono; se não foi, checar agora mesmo assim — a chuva/frio já dura ~3 semanas segundo a nota de clima de 2026-09-20 (mais longa que as "2 semanas" registradas em 17/09).
  • Prints do app do sensor pós-adubo → ✅ fechado 2026-09-28: 11 dias processados (14–24/09), cobrindo antes e depois do adubo de 18/09. EC salta de ~263 µS/cm (véspera) para 725 µS/cm (dia da aplicação) e decai gradualmente nos dias seguintes — assinatura numérica clara do Forth Frutas agindo. Detalhe completo em ../docs/historico-sensor-app.md (entrada 2026-09-28, "8 dias processados de uma vez").
  • Próxima adubação: ~2026-10-18 (30 dias após 18/09, frequência oficial do rótulo Forth Frutas) — usar 1 colher de SOPA (25g), a medida certa do rótulo (a de 18/09 foi de sobremesa, menor). Aplicar a 20cm do tronco ao redor da copa, regar em seguida. Registrar data exata e confirmar a medida usada, pra manter comparável com 18/09. ⚠️ Sem sensor nesta planta desde 2026-10-01 (foi para a pitanga) — decidir com o dono se volta antes da adubação, senão essa aplicação fica sem curva de EC medida.
  • 🔴 Pedir foto/comentário específico de folha e ponta de ramo na próxima janela de sol forte — substrato passou de 40°C em 5 de 6 dias (25–30/09), 2x perto de 48°C (ver histórico 2026-10-01). Virou padrão repetido, não mais o pico isolado de 44,4°C de 21/09. Procurar sinal de queima ou murcha que não existia nos checkpoints anteriores.

6. Histórico

Append-only. Entrada nova sempre embaixo. Para corrigir algo, criar entrada nova referenciando a anterior.

2026-08-02 — Cadastro inicial (dado estimado)

Observado: aceroleira enxertada, na varanda, vaso informado inicialmente como 20 cm ⌀ × 50 cm de altura (~11 L). Relato de que não havia sintomas.

Concluído: vaso apertado para frutificar, mas aceitável para crescer.

⚠️ Esta entrada foi corrigida pela entrada seguinte. Tanto o vaso quanto o "sem sintomas" estavam errados. Mantida no registro para preservar o histórico do erro.


2026-08-02 — Correção por fotos: vaso menor e folhas amarelas

Observado: fotos do vaso real anexadas pelo dono.

Correção 1 — vaso. O vaso é 20 cm ⌀ × 18 cm de altura, não 50 cm. A altura anterior era estimativa, agora substituída por medição direta.

Antes (estimado) Agora (medido)
Vaso 20 ⌀ × 50 cm 20 ⌀ × 18 cm
Volume ~11 L ~4–5,7 L
Veredito 🟡 apertado 🔴 muito subdimensionado

🔴 Proporcionalmente, a acerola está pior que a jabuticabeira. ~4–5,7 L contra os 30–50 L recomendados para frutificar. O vaso serve para a planta jovem crescer, mas vai precisar de pelo menos um transplante intermediário antes do volume final.

Correção 2 — sintoma. Há amarelecimento e queda de folhas perceptível nas fotos. Isso contradiz o registro anterior de "nenhum sintoma", que foi dado antes destas fotos.

Hipótese (🟡 não é conclusão): não dá para diagnosticar à distância. Causas plausíveis, sem ordem de probabilidade estabelecida:

  • estresse de transplante ou de transporte recente;
  • adaptação ao novo local (mudança brusca de luz);
  • rega irregular — vaso de 4–5,7 L sob 6h+ de sol seca muito rápido;
  • início de clorose (menos provável nesta espécie que na jabuticabeira, que é a sensível).

⚠️ Nenhum sensor do Objetivo 1 distingue essas causas. Luz, umidade, EC e temperatura não separam estresse de transplante de deficiência nutricional. O que ajuda aqui é observação seriada com foto no mesmo enquadramento.

Ação: marcado como sintoma a observar, não como baseline saudável. Estado da planta alterado para 🟡.

Pendente: refotografar em alguns dias, mesmo enquadramento e mesma hora, e comparar. Verificar se o amarelecimento é nas folhas novas (sugere ferro/pH) ou nas velhas (sugere nitrogênio, ou simplesmente senescência normal após estresse).


2026-08-02 — Meta definida: crescer, não frutificar

Concluído: dado o vaso muito subdimensionado, a meta de curto prazo passa a ser estrutura da planta, não produção. Poda de formação cogitada.

Consequência para o projeto: alertas ligados a indução floral e nutrição para fruto não se aplicam a esta planta por enquanto. Registrado também em docs/decisoes.md.


2026-08-02 — 🔒 Período de adaptação: 2 a 4 semanas de "não mexer"

Concluído: planta recém-adquirida, com folhas amarelas provavelmente por estresse de transplante/transporte. Regime definido para as próximas 2 a 4 semanas:

Fazer Não fazer
Água ✅ Regar normalmente
Adubo 🚫 Nenhum. Fertilizar raiz estressada arrisca queimá-la sem benefício
Poda 🚫 Nenhuma. Poda + estresse de mudança ao mesmo tempo é demais
Troca de vaso 🚫 Nenhuma, apesar de subdimensionado

Critério para sair do período: brotação nova saudável. Folha nova é a prova de que a raiz voltou a funcionar. Só depois disso retomar adubação e reavaliar poda e transplante.

Pendente: P17 do PROJETO.md — quando exatamente fazer a poda de formação. Depende de confirmar a brotação primeiro.


2026-08-20 — 🔓 Fim do período de adaptação: brotação confirmada

Observado (foto do dono, ângulo novo — varanda do local A, fim de tarde):

  • brotação nova visível em vários ramos, folhas pequenas e verdes ao longo das hastes;
  • ainda há algumas folhas amarelas, mas o dono relata que "o que era pra cair já caiu" — a queda estabilizou, não está progredindo;
  • copa rala, com vários ramos longos e finos com folha concentrada nas pontas;
  • alguns ramos secos/acinzentados aparentemente sem folha;
  • vaso inalterado (20 cm ⌀ × 18 cm), tutor de madeira no vaso;
  • sem sensor instalado — hhcc-01 ainda não entregue (dentro da janela 11–27/08, não é atraso).

Concluído — o 🔒 período de adaptação encerra hoje, no dia 18 dos 28 previstos. O critério de saída definido em 2026-08-02 era brotação nova saudável, não a data de ~30/08. Folha nova é a prova de que a raiz voltou a funcionar. Poda e adubação saem da lista de proibições.

Sobre o amarelecimento (🟡 segue hipótese, não conclusão): na foto o amarelo aparece em folhas ao longo dos ramos, não nas pontas de brotação nova. Isso é consistente com senescência normal pós-estresse — o cenário benigno das hipóteses levantadas em 2026-08-02. Não é conclusivo à distância e nenhum sensor do Objetivo 1 separa essas causas.


2026-08-20 — Decisão: poda só de madeira morta; formação continua adiada (P17)

Concluído: as duas podas foram separadas, e só uma está liberada.

Poda Veredito Motivo
Ramos secos/mortos ✅ fazer agora Madeira morta não fotossintetiza. Custo zero de área foliar, estresse mínimo
Ramos longos vivos (poda de formação) 🚫 adiar A área foliar está reduzida e são essas folhas que pagam a brotação nova. Além disso, formar a copa antes do transplante é refazer o trabalho depois

Como executar a parte liberada: raspar a casca com a unha antes de cortar. Verde/úmido embaixo = vivo, deixar. Marrom seco e quebradiço = morto, cortar rente ao ramo vivo, sem deixar toco e sem ferir a casca do que permanece.

Consequência para P17 (PROJETO.md §7): respondida parcialmente. O timing da poda de formação passa a ser depois do transplante, não antes — deixa de depender só da brotação e passa a depender de P15 (transplante).


2026-08-20 — Decisão: adubação liberada, meia dose, condicionada ao transplante

Contexto: dono perguntou sobre aplicar Forth Frutas.

Concluído: adubação liberada (critério de saída da adaptação cumprido), com três cuidados que o vaso subdimensionado impõe:

  1. Meia dose na primeira aplicação. ~4–5,7 L de substrato dão pouquíssimo volume para diluir sal; erro de dose vira concentração alta rápido, e quem queima é a raiz recém- recuperada.
  2. Substrato úmido antes, rega logo depois. Nunca em vaso seco.
  3. Longe do caule — distribuir no anel externo, junto à borda do vaso.

⚠️ Ressalva de formulação. "Forth Frutas" é formulado para produção de fruto (relativamente mais potássio), e a meta desta planta é crescer, não frutificar (ver §3). Se o produto já está em casa, usar — não atrapalha o crescimento vegetativo, e comprar outro violaria a premissa 7 (expansão por dor medida). Se ainda for compra, um formulado mais equilibrado/nitrogenado atende melhor a meta atual. ⚠️ NPK do rótulo não verificado — registrar quando o rótulo for fotografado.

🔀 Condicional aberta — a ordem depende de P15 (transplante):

Cenário O que fazer
Transplante nas próximas 3–4 semanas Adubar depois dele (2–3 semanas após). Substrato novo já traz nutriente; adubar às vésperas é desperdício
Sem transplante no horizonte Adubar agora, meia dose

⚠️ Vaso pequeno + chuva direta (§2) = lixiviação alta. O intervalo do rótulo tende a ser otimista neste caso; observar resposta antes de encurtar por conta própria.

Lembrete estrutural: nem a poda nem o adubo resolvem o gargalo real, que é o vaso. Nenhum sensor do projeto detecta vaso subdimensionado.


2026-08-20 — ⚠️ Correção: NPK real do Forth Frutas invalida a ressalva de formulação

Corrige a entrada "2026-08-20 — Decisão: adubação liberada, meia dose, condicionada ao transplante" acima. A ressalva de formulação daquela entrada estava errada e é retirada. A regra da meia dose e a condicional do transplante continuam valendo.

Observado: dono anexou o rótulo do produto já comprado — Forth Frutas 400 g, R$ 17,50.

Níveis de garantia (medido, do rótulo — não mais ⚠️):

Macro % Micro %
Nitrogênio (N total) 12 Boro (B) 0,06
Fósforo (P₂O₅ total) 5 Cobre (Cu) 0,05
Potássio (K₂O sol. água) 15 Ferro (Fe) 0,22
Cálcio (Ca) 1 Manganês (Mn) 0,1
Magnésio (Mg) 1 Molibdênio (Mo) 0,005
Enxofre (S) 13 Zinco (Zn) 0,20

Correção. A entrada anterior registrou o produto como "formulado para fruto, relativamente mais potássio", e sugeriu considerar um formulado mais nitrogenado numa compra futura. Isso não se sustenta com o número real: 12-05-15 é relação equilibrada, com N em nível adequado para crescimento vegetativo — que é a meta desta planta (§3).

✅ Veredito: o produto atende à meta atual. Não há motivo para comprar outro adubo, agora ou depois. Fecha também a pendência "fotografar o rótulo".

Bônus relevante: traz o pacote completo de micronutrientes + Ca e Mg. Se o amarelecimento (🟡, ver 2026-08-02 e 2026-08-20) tiver qualquer componente nutricional, esta formulação o endereça. Isso não confirma a hipótese nutricional — segue sem diagnóstico.


2026-08-20 — 🔀 Condicional resolvida: transplante em 1–3 semanas, adubo fica para depois

Observado: dono informou que o transplante deve acontecer em 1 a 3 semanas.

Concluído: cai dentro da janela "3–4 semanas" da condicional aberta hoje mais cedo, logo adubar depois do transplante. P15 deixa de travar a decisão. Sequência definida:

# Quando O quê
1 agora Remover só a madeira morta (teste da unha). Independe do resto e facilita o manuseio no transplante
2 1–3 semanas Transplante
3 2–3 semanas após o transplante 1ª aplicação do Forth Frutas, meia dose ⚠️ (metade do que o rótulo indicar para o diâmetro do vaso)
4 depois disso Poda de formação, com a copa já cheia (P17)

⚠️ No dia do transplante: não misturar o granulado no substrato do buraco de plantio nem junto às raízes. É a causa mais comum de queima de raiz recém-mexida.


2026-08-20 — ⚠️ Alerta: não saltar direto para o vaso final de 30–50 L

Concluído: com o transplante virando concreto, registra-se o dimensionamento do vaso intermediário, que é decisão de compra iminente.

🔴 Saltar de ~4–5,7 L para 30–50 L de uma vez é contraindicado aqui. O volume de substrato sem raiz para consumi-lo permanece encharcado por muito mais tempo — e esta planta exige drenagem e está exposta à chuva direta (§2). Combinação de risco radicular.

Alvo do intermediário: ~15–20 L ⚠️ (aproximadamente 2–3× o volume atual). Número não verificado — confirmar antes de comprar. Priorizar vaso com furos de dreno generosos.


2026-08-30 — Transplante + poda relativa executados no mesmo dia; leitura de status por foto

Executa (com desvios) a sequência fixada em 2026-08-20. O dono compactou os passos 1–2 e antecipou parte do passo 4. Registrado como foi feito, não como estava planejado.

Relato do dono:

  • Poda relativa. Muita coisa tinha secado. A planta está com brotos minúsculos em quase toda a extensão; alguns ramos foram cortados, a maioria não. O dono aproveitou para mexer levemente na formação / condução esperada para a varanda. Reconhece que "foi um trauma maior", mas acredita que a planta sobrevive e cresce bem nos próximos meses.
  • Transplante. Replantada em vaso 38 cm ⌀ × 30 cm (~25–34 L ⚠️ — 34 L se cilíndrico, ~25–30 L por ser cônico). Montagem: pedras de argila expandida no fundo → manta → terra. Todo o substrato do vaso anterior foi reaproveitado, com o torrão intacto — sem nenhum trauma nas raízes. Faltou completar terra nas bordas.
  • Altura atual: ~50 cm (informada, não medida com trena) — responde P14.

Observado (3 fotos do dono, varanda do local A, fim de tarde, planta molhada):

  • estrutura esparsa/esquelética: vários ramos longos e finos, a maioria sem folha, com brotação minúscula distribuída ao longo das hastes e nas pontas — condiz com o relato;
  • na foto de perto de um corte de poda, brotos verdes nascendo bem junto ao corte — sinal de que as gemas abaixo do corte reagiram (bom);
  • poucas folhas amarelas isoladas; fragmentos secos de folha/ramo sobre o substrato;
  • superfície da terra abaixo da borda e recuada da parede do vaso — o vão que o dono mencionou;
  • tutor de bambu no vaso; cachepô azul, molhado.

Concluído / avaliação:

  • Desvio do plano, assumido. O roteiro de 20/08 era: madeira morta → transplante → (2–3 sem) adubo → (copa cheia) formação. O dono fez poda + ajuste de formação + transplante de uma vez. É justamente a combinação que as regras de adaptação evitavam — mas a planta já tinha saído da adaptação em 20/08 (raiz ativa comprovada) e o torrão foi preservado intacto, o que reduz muito o risco em relação a fazer isso durante o choque inicial. Some-se a isso que os brotos já estavam presentes antes do corte. Prognóstico: cauteloso e positivo, recuperação mais lenta que sem poda.
  • O risco agora é área foliar × demanda. Com pouca folha, a planta tem pouca fotossíntese para bancar ao mesmo tempo a recuperação da raiz nova e a abertura dos brotos. Atenuantes: raiz sem trauma, brotos já espalhados, vaso finalmente adequado.
  • P25 (vaso intermediário) fica superada pelos fatos. O dono pulou o intermediário e foi direto para ~25–34 L, praticamente o volume final. O alerta de 20/08 (muito substrato sem raiz → encharcamento numa planta que exige dreno e pega chuva) continua válido como ponto de observação — mitigado pela camada de argila + manta e pelo torrão intacto ocupando parte do volume. Ver P25 em ../PROJETO.md.

Sobre "faltou terra nas bordas — melhor não colocar?" → colocar, sim.

  • Um vão aberto entre a terra e a parede do vaso seca o torrão pela lateral e faz a água da rega escorrer direto pelo vão em vez de atravessar o substrato. Fechar é melhor.
  • Como: completar com a mesma terra, preenchendo até ~2–3 cm abaixo da borda (deixando a "boca" para a água), firmar de leve com os dedos.
  • Não fazer: encostar terra no caule / enterrar mais fundo do que a planta já estava. O nível da superfície do torrão deve continuar o mesmo — subir a terra pelo tronco apodrece a base.

Ação (próximas ~3 semanas — recuperação):

  1. Completar a terra nas bordas como acima.
  2. Só regar. Substrato levemente úmido, nunca encharcado — deixar os primeiros ~3–5 cm quase secarem entre regas, mas sem deixar o torrão secar por completo (pouca folha = pouca reserva). Conferir que a água escoa pelos furos.
  3. Sem adubo até os brotos endurecerem e confirmarem a raiz. Manter o plano: Forth Frutas 12-05-15, meia dose, a partir de ~2026-09-13 (2–3 semanas pós-transplante) e só se a brotação estiver visivelmente progredindo.
  4. Sem mais poda. A de formação continua adiada até a copa encher (P17).
  5. Opcional, 1–2 semanas: meia-sombra à tarde (tela, ou afastar um pouco do sol pleno) para poupar as poucas folhas e os brotos novos enquanto a raiz reassenta. É realocação temporária, compatível com a premissa 5 (mede-se e realoca-se, não se controla o clima).
  6. Refotografar em ~1 semana (06/09) e ~3 semanas (20/09), mesmo enquadramento.

Estado: 🟡 recuperação, a observar — reavaliar em ~1 semana. Não é baseline saudável nem alarme; é uma planta se refazendo de um corte grande com a raiz preservada.

Pendente: ver §5. Foto da terra; confirmação da altura com trena; drenagem do vaso novo.

Fotos: não publicadas.


2026-09-03 — Dia 4 pós-transplante: brotação progredindo; dieback nas pontas finas

Reavaliação da recuperação iniciada em 2026-08-30. Adiantada em relação à foto de ~1 semana prevista (06/09) — o dono mandou 4 dias depois do corte. Recebida pelo canal novo de atualização (ver ../docs/entrada-atualizacoes-planta.md), ainda no chat.

Observado (3 fotos do dono, varanda do local A, fim de tarde, luz artificial):

  • estrutura ainda esparsa/esquelética, como esperado 4 dias após poda grande — muitos ramos longos e finos, a maior parte sem folha;
  • brotação claramente mais adiantada que no dia 30/08: as folhas novas ao longo das hastes e nas pontas estão maiores, mais abertas e mais numerosas — no dia do corte eram "minúsculas". Foto de perto (-3) mostra pares de folha nova verde-claro em vários nós, com gemas ainda abrindo;
  • pontas de vários galhos finos secando — extremidades marrom-claras, ressecadas, nos ramos mais finos (visível em -2 e -3). Não há sinal de secamento descendo para madeira grossa;
  • 1 folha/ramo morto enrolado, marrom, num ramo à direita (-2);
  • poucas folhas amarelas isoladas; alguns fragmentos secos sobre o substrato;
  • o vão terra↔parede do vaso continua lá — a terra segue recuada e abaixo da borda; a ação "completar a terra" de 30/08 aparentemente ainda não foi feita;
  • algo plástico/transparente junto à borda do vaso no canto superior de -2 — não dá para dizer se é filme de embalagem, saco ou lixo;
  • substrato escuro, aparenta úmido (não encharcado); sem mofo/alga/cogumelo na superfície;
  • tutor de bambu; cachepô azul. Enquadramento de novo diferente dos anteriores.

Concluído / hipótese (🟡 — diagnóstico por foto é hipótese):

  • Sinal positivo dominante: a brotação está progredindo. É a prova que importa de que a raiz preservada está sustentando o flush. Confirma o prognóstico "cauteloso e positivo" de 30/08; a recuperação segue mais lenta que sem poda, mas no rumo certo.
  • Dieback de ponta nos galhos finos = provavelmente normal nesta fase. Após um corte grande + realocação, a planta descarta as extremidades que não consegue bancar e concentra recurso nos brotos que pegaram. 🟡 a observar: preocupa só se avançar para ramos grossos, ou se a proporção de ponta seca aumentar muito entre fotos.
  • Rega: não dá para medir por foto. Substrato aparenta úmido e sem encharcamento — manter o regime de 30/08 (deixar os primeiros ~3–5 cm quase secarem entre regas, sem deixar o torrão secar de todo; conferir que escoa pelos furos).
  • Nada aqui muda o plano. Sem adubo até os brotos endurecerem; janela do Forth Frutas meia dose segue a partir de ~2026-09-13, condicionada à brotação continuar progredindo. Sem mais poda. Meia-sombra à tarde segue como opção.

Ação:

  1. Completar a terra nas bordas — ainda pendente. Mesma instrução de 30/08: mesma terra, até ~2–3 cm abaixo da borda, firmar de leve, sem encostar no caule nem subir o nível do torrão.
  2. Conferir o plástico junto ao vaso — se for filme/embalagem contra a parede, retirar.
  3. Só regar e observar. Sem adubo, sem poda.
  4. Refotografar por volta de 2026-09-13 e 2026-09-20, mesmo enquadramento (de preferência de dia) — comparar (a) tamanho/quantidade de folha nova e (b) se o dieback de ponta parou nas pontas ou avançou.

Estado: 🟡 recuperação, a observar — evolução no rumo esperado. Reavaliar em ~10 dias.

Pendente: ver §5 — completar terra; identificar o plástico; acompanhar dieback de ponta; foto da terra; altura com trena; drenagem; enquadramento fixo.

Fotos: não publicadas.


2026-09-07 — Dia 8: flush forte; possíveis botões florais; dono propõe 3 cortes de estilização

Reavaliação da recuperação. Fotos de dia pela primeira vez — a série passa a ser comparável em cor a partir daqui.

Observado (4 fotos do dono, varanda do local A, de dia):

  • muita folha nova distribuída por toda a estrutura — bem mais que em 03/09; o flush que era "brotos maiores" há 4 dias agora é folhagem verde-clara cobrindo a maioria dos ramos que tinham gema viva. A planta segue de estrutura aberta/esquelética (esperado — foi poda grande), mas claramente refazendo copa rápido;
  • dieback de ponta não avançou — as pontas finas que estavam secando em 03/09 continuam só nas pontas, sem descer para madeira grossa. Confirma a leitura de 03/09 (descarte normal de extremidade);
  • possíveis botões florais (o dono perguntou, fotos -1 e -2): há aglomerados de estruturas esféricas pequenas e pedunculadas em alguns nós axilares — o formato bate com botão de flor de acerola (que nasce em cacho de 3–5 na axila da folha, no ramo novo), não com ponta de broto vegetativo. Não dá 100% de certeza por foto, mas é o mais provável;
  • ainda o vão terra↔parede e o saco plástico na borda do vaso (agora dá para ver que é um saco com folhas/resíduo escuro dentro, apoiado no parapeito) — não é filme colado no vaso, então não é problema térmico; é só um saco de podas ali guardado;
  • substrato escuro, aparenta úmido; sem mofo na superfície.

Concluído / hipótese:

  • Recuperação adiantada. Dia 8 com flush cobrindo a planta é melhor que o esperado para poda relativa + transplante no mesmo dia. O prognóstico "cauteloso e positivo" pode ser relido como positivo. Raiz preservada + brotos pré-existentes explicam a velocidade.
  • Botões florais: remover. A meta desta planta é recompor copa, não florir/frutificar (§3). Com área foliar ainda muito reduzida, deixar a planta gastar açúcar formando flor e fruto atrasa a recomposição da copa — o oposto do que se quer agora. É consistente com toda a linha de decisão da planta (2026-08-02 em diante). Como: beliscar/pinçar o cacho de botão com a unha, rente à axila, sem ferir a folha nem a gema vegetativa ao lado. É rápido e de baixo impacto. Repetir sempre que aparecer, até a copa encher.
    • ⚠️ A §2 já registra que estresse hídrico leve + chuva induz floração nesta espécie — o transplante + regas + chuva recente é exatamente esse gatilho. Esperado; não é sinal de problema.
  • Adubo: com a brotação agora firme (não só "começando"), a janela do Forth Frutas 12-05-15 meia dose a partir de ~13/09 está mantida. Substrato úmido antes, rega depois, no anel externo longe do caule. Não adubar no mesmo dia de remover muitos botões.

Proposta do dono — 3 cortes de estilização (registrada, decisão em aberto):

O dono quer fazer 3 cortes específicos para "estilizar" a planta / direcionar a forma que quer para a varanda. Reconhece que atrasa, mas avalia que fortalece o crescimento na direção desejada. Isto reabre a P17 (poda de formação), que estava fixada para "depois do transplante, com a copa já cheia".

  • Posição do projeto (a discutir, não veto): a regra "esperar a copa encher" existe porque poda de formação gasta reserva, e a planta está reconstruindo reserva agora, não com sobra dela. Cortar estrutura hoje custa área foliar que a recuperação está usando. Porém a proposta é de 3 cortes pontuais, não desbaste geral — pode ser aceitável já, dependendo de o que é cortado.
  • O que falta o dono informar para fechar: (1) quais 3 ramos — marcar numa foto (seta) ou descrever posição; (2) espessura de cada um; (3) qual a forma-alvo (líder único? taça? "pé alto"/tronco limpo + copa? arbusto baixo?). Sem a forma-alvo, "estilizar" não tem critério.
  • Provável veredito por tipo de corte (a confirmar com as marcações):
    • ramo fino, claramente errado (cruzando, indo para dentro, brotando abaixo do ponto de corte antigo, competindo com líder) → pode sair agora, custo de folha baixo, mesma lógica que liberou "madeira morta" cedo;
    • ramo médio/grosso ou "tenho dúvida" → esperar ~3–4 semanas, até o flush atual endurecer (folha madura = reserva reconstruída). O atraso é pequeno e o risco cai muito.
  • Enquanto não há marcação + forma-alvo, não cortar nada estrutural. Remover botão floral e madeira morta seguem liberados.

Ação:

  1. Remover os botões florais (pinçar), e repetir a cada aparição.
  2. Completar a terra nas bordas — ainda pendente.
  3. Forth Frutas 12-05-15, meia dose, a partir de ~13/09 (não no mesmo dia da remoção de muitos botões).
  4. Cortes de estilização: o dono marca os 3 ramos numa foto + diz a forma-alvo; aí a gente fecha corte a corte. Até lá, sem corte estrutural.
  5. Refotografar ~2026-09-17 e ~2026-09-24, mesmo enquadramento, de dia.

Estado: 🟡→🟢 recuperação adiantada — flush forte, dieback contido. Reavaliar em ~10 dias (ou antes, se vierem as marcações dos cortes).

Pendente: ver §5 — botões florais (novo); marcações dos 3 cortes + forma-alvo (novo); completar terra; foto da terra; altura com trena; drenagem; enquadramento fixo. O "plástico na borda" fechado (é saco de podas apoiado no parapeito, sem risco térmico).

Fotos: não publicadas.


2026-09-07 — Sugestão de estilização (intervenção pequena agora)

Complemento da entrada anterior — o dono pediu uma sugestão de forma, "pequena para a acerola agora". Proposta do assistente; não executada. Segue dependendo de confirmação.

Forma-alvo sugerida: taça baixa / arbusto aberto. 3–4 ramos principais partindo de baixo, centro arejado, altura conduzida a ~1–1,3 m. Motivos: a estrutura atual já não tem líder central dominante (vários ramos laterais, alguns quase horizontais), combina com o hábito naturalmente espalhado da acerola, facilita a colheita e dá estabilidade a vento na varanda. "Pé alto" (tronco limpo + copa) exigiria remover muita coisa agora e eleger um caule vertical que hoje não existe — incompatível com "intervenção pequena" e com a planta em recuperação.

O que dá para fazer agora — só madeira fina (≤ um lápis), 2–3 cortes:

  1. Botões florais — remover (pinçar na axila). Já registrado.
  2. Brotos abaixo do ponto de enxertia, se houver — remover rente ao tronco. É porta-enxerto ("ladrão"); se deixar, rouba vigor e pode dominar a copa enxertada.
  3. 1 ramo cruzando ou crescendo para dentro do centro — remover na origem.
  4. 1–2 dos ramos-chicote mais longos e pelados — encurtar ~⅓, cortando logo acima de uma folha/gema virada para fora. Converte comprimento em ramificação/densidade — é o efeito "fortalece na direção que quero" que o dono intuiu.
  5. Pinçar a ponta dos brotos novos depois de 3–4 pares de folha, à medida que alongam — ferramenta de formação mais suave, adequada a planta em recuperação. Não conta como "corte".

Não fazer agora: nada de madeira média/grossa, nenhum rebaixamento de altura. Isso fica para outubro, com o flush endurecido (P17). Tesoura limpa e afiada; desinfetar antes de passar para a pitanga (possível fungo lá).


2026-09-07 — Refino da forma-alvo: dono quer mais vertical ⚠️ supera "taça baixa/aberta"

Dono respondeu à sugestão anterior. Esclareceu que quer a acerola crescendo mais para cima que para os lados, mas sem necessariamente limpar o centro, e comentou que "é difícil visualizar a acerola porque ela espalha muito". Isto inverte a forma-alvo "taça baixa/aberta" da entrada anterior (taça é larga e espalhada — o oposto do pedido).

Realidade da espécie: Malpighia emarginata tem hábito naturalmente espalhado/pendente — ramos finos e flexíveis que arqueiam para fora e para baixo. Dá para enviesar para cima, mas é manejo contínuo: a planta sempre vai querer abrir. É por isso que "espalha muito e é difícil de visualizar" — é a cara da espécie, não um defeito desta planta.

Forma-alvo revisada: eixo central / arbusto colunar. Mais alto que largo, denso desde baixo (o centro não precisa ficar limpo), copa mais estreita que o natural.

Como conduzir (começa agora, reforça em outubro):

  1. Eleger 1 líder — o caule mais vertical e forte. Amarrar ao tutor de bambu na vertical (fita macia, em "8", sem estrangular) e ir reamarrando a extensão conforme sobe.
  2. NÃO pinçar a ponta do líder — deixar a dominância apical puxar para cima. ⚠️ Ajusta a entrada anterior: pinçar só os ramos laterais, nunca o líder.
  3. Cortar para gema virada para cima/dentro nos ramos que quiser subir — não para fora.
  4. Encurtar mais forte os ramos horizontais/para fora (½ ou mais); deixar os verticais mais longos. Desloca massa e energia para cima.
  5. Reduzir o nº de ramos principais para conseguir enxergar a planta: definir 1 líder + 3–4 ramos estruturais, marcar com fita colorida antes de cortar, tratar todo o resto como subordinado (encurtável a qualquer momento). Técnica direta contra o "não consigo visualizar".

Item 3 da sugestão (ramo cruzando / para o centro): NÃO é crítico agora. Só remover já se os dois ramos estiverem se esfregando (ferida = porta de doença). Senão, reavaliar em outubro. Como o dono não quer limpar o centro, ramo indo para dentro que não atrita pode ficar.

Cortes de agora, versão final: (1) botões florais · (2) brotos de porta-enxerto, se houver · (3) eleger e amarrar o líder · (4) encurtar ~⅓ de 1–2 chicotes laterais (para gema externa ou superior, conforme a direção desejada) — o líder não · (5) pinçar as pontas dos laterais novos conforme alongam. Item "ramo cruzando" adiado p/ outubro salvo atrito visível.

Aguardando do dono para desenhar o esquema: confirmação da forma eixo central, e — de preferência — uma foto com o candidato a líder apontado (ou o assistente sugere pela foto de 07/09).


2026-09-17 — Dia 18: copa bem mais cheia; flor aberta; sem líder emergido; objeto não identificado

Chegou pelo Remote Control (celular), sem legenda — plantas identificadas pelo enquadramento (vaso azul + grade + rua = acerola; vaso com pedra branca = pitanga, ver ficha dela).

Observado (3 fotos do dono, varanda do local A):

  • canopy visivelmente mais cheia que em 07/09 — a planta está claramente recompondo copa, ritmo bom;
  • 1 flor rosa aberta (5 pétalas, centro amarelo — bate com Malpighia emarginata), não é mais só botão. Há também uma estrutura amarela pequena ao lado, na mesma foto — não dá para afirmar o que é (fruto novíssimo? outra flor num ângulo diferente? inseto?). 🟡 não identificado;
  • a planta ainda não tem um caule claramente mais vertical/dominante que os outros — a base mostra vários caules saindo próximos, de espessura parecida (visível na foto de perto da base). Nenhum líder emergiu naturalmente ainda — a escolha vai ter que ser deliberada, não "esperar aparecer";
  • tutor de bambu presente, ainda sem nada amarrado nele;
  • objeto verde-claro, em formato de cápsula numa haste, fincado na terra, perto da base — não identificado. Não é o hhcc-01 (esse está na jabuticabeira-hibrida-01, no local B — ver equipamentos/hhcc-01.md). Pode ser sensor/medidor novo, etiqueta/marcador de viveiro, ou outra coisa — perguntar ao dono antes de registrar como equipamento;
  • não foi possível reavaliar o dieback de ponta nem o vão de terra na borda nesta série — enquadramento mais aberto, sem o close que mostrava isso.

Concluído / hipótese:

  • Recuperação segue no rumo certo, agora mais avançada que "adiantada" — copa substancialmente maior em 10 dias.
  • A flor aberta reforça a recomendação de 07/09/09-07: remover. Ainda não virou fruto, dá para agir. Mesma lógica: pouca copa ainda para bancar fruto sem atrasar a recomposição.
  • Escolha do líder vira ação deliberada, não observação. Como a planta não está destacando um caule por conta própria, o dono vai precisar escolher um dos caules da base (o mais grosso/vertical) e comprometer-se com ele — amarrando no tutor — em vez de esperar a planta decidir. Sem essa escolha, a estilização para eixo central não avança.

Ação:

  1. Remover a flor (e a estrutura amarela, se for outra flor/broto floral — não remover se parecer inseto, aí é só observar).
  2. Escolher o líder: o dono olha a base e escolhe o caule mais grosso/vertical; amarra no tutor de bambu (fita macia, em "8"). Sem essa escolha, os próximos cortes de estilização ficam parados.
  3. O que é o objeto verde na terra? — perguntado ao dono; sem resposta, tratar como desconhecido (não mexer nele).
  4. Adubo: janela já aberta (~13/09) — aplicar Forth Frutas meia dose se ainda não aplicado.
  5. Refotografar em ~10 dias, incluindo um close da base/tutor (pra ver o líder escolhido) e um close de ponta de ramo (pra retomar o acompanhamento do dieback).

Estado: 🟢 recuperação avançada — copa cheia, only a estilização ainda não saiu do papel.

Pendente: ver §5 — objeto verde não identificado (novo); escolher e amarrar o líder; remover a flor; completar terra nas bordas; foto da terra; altura com trena; drenagem.

Fotos: não publicadas.


2026-09-17 — Complemento: objeto identificado (é o hhcc-01); adubo liberado; nota de clima

Respostas do dono à entrada anterior, no mesmo dia.

Observado/informado pelo dono:

  • O objeto verde na terra é o sensor hhcc-01, que veio da jabuticabeira-hibrida-01 (local B) para esta planta. Data exata e motivo não detalhados. Registrado em §4 e em ../equipamentos/hhcc-01.md;
  • Discussão de estilização (líder, cortes) pausada por pedido do dono — não é prioridade agora;
  • dono avalia que a planta "cresceu e se estabilizou bem", e pergunta se pode adubar;
  • clima: últimas 2 semanas de muita chuva, frio e menos sol que o normal — dono aponta que isso pode ter retardado o crescimento (relevante também para a pitanga, ver a ficha dela). ⚠️ Relato do dono, não medido — o projeto não tem ainda a integração Open-Meteo (Fase 2) para confirmar objetivamente.

Concluído:

  • Sensor: mistério resolvido, sem mais ação aqui — ver histórico do próprio equipamento para a análise completa (inclui a oportunidade de finalmente fazer a captura crua/Objetivo 1 agora que o sensor está perto do dono).
  • Adubo: sim, pode aplicar Forth Frutas 12-05-15 meia dose. Diferente da leitura da pitanga (uma única foto ambígua, ver a ficha dela hoje), a recuperação da acerola foi confirmada em três check-ins seguidos (07/09 flush, 17/09 copa bem mais cheia) — sinal robusto, não pontual. A janela (~13/09, 2–3 semanas pós-transplante) já abriu.
  • Mas o clima muda o como, não o se:
    1. Aplicar num intervalo sem chuva forte — adubo em substrato encharcado/sob temporal lixivia (escoa) antes da raiz absorver, desperdiçando a dose.
    2. Esperar resposta mais lenta que o normal — frio reduz a atividade da raiz; não é motivo para repetir a dose antes do previsto.
    3. Checar drenagem antes — depois de 2 semanas de chuva, confirmar que a água não está empoçada no cachepô nem no pratinho. Vaso encharcado + fertilizante junto é pior combinação que qualquer um dos dois isolado, e é justamente o risco que a ficha já vinha observando desde o transplante (substrato sem raiz + exige dreno + chuva direta).
    4. Continua: meia dose, no anel externo, longe do caule, substrato já não muito seco (o que não deve ser problema agora).

Ação: checar drenagem/empoçamento → se ok, aplicar meia dose na próxima janela sem chuva forte. Manter a remoção da flor aberta. Estilização segue pausada.

Pendente: ver §5 — drenagem/encharcamento (novo, prioridade); captura crua nRF Connect (oportunidade nova); demais itens sem mudança.


2026-09-20 — 1ª leitura crua do hhcc-01: primeiro dado numérico real da planta

Executa o Objetivo 1 do projeto (ver docs/objetivo-1-captura-celular.md) nesta planta pela primeira vez. Sessão ao vivo, dono com o celular ao lado do vaso.

Observado (leitura direta do sensor, nRF Connect, ~13:57):

Campo Valor
Temperatura do substrato 22,2 °C
Luz 4191 lux
Umidade do substrato (~5 cm) 26 %
Condutividade (EC) 298 µS/cm
Bateria do sensor 95% (firmware 93.3.6)

Contexto para interpretar: vem 3 dias depois do relato de "2 semanas de chuva forte/frio" (entrada 2026-09-17). Se a chuva tivesse encharcado o substrato, esperaria-se umidade alta; 26% não é um número alto isoladamente — mas a ficha já registra (§2) que esta leitura não é VWC calibrado, só tendência/ciclo, e a sonda pega só os ~5 cm superficiais, que secam mais rápido que a zona radicular funda. 🟡 Não dá para concluir se está seco ou não só com este número — falta comparar com uma leitura logo após rega/chuva e outra em dias de seca, que é exatamente o próximo passo do critério de sanidade cruzada (§7 do objetivo).

Sanidade cruzada parcial: luxímetro do celular (app de câmera, apontado para cima ao lado do sensor) leu 8317 lux contra os 4191 lux do sensor — mesma ordem de grandeza, condizente com ângulos/calibração diferentes (ver detalhe em equipamentos/hhcc-01.md, 2026-09-20). Não é uma validação exata, só descarta leitura zerada/absurda.

Concluído: é o primeiro dado numérico real desta planta, fora de estimativa ou foto. Não muda nenhuma decisão de manejo hoje — falta série temporal para virar tendência. Serve como ponto de partida para as próximas 4 leituras do Objetivo 1.

Ação: nenhuma mudança de manejo. Continuar plano já em curso (remover flor aberta, escolher líder, adubo na próxima janela sem chuva, checar drenagem). Registrar aqui a próxima leitura, idealmente logo após uma rega e de novo alguns dias depois, para começar a calibrar "alto" e "baixo" nesta planta específica.

Pendente: ver §5 — mais 4 leituras do Objetivo 1 em horários diferentes; demais itens sem mudança.


2026-09-20 — Reavaliação de copa por foto (mesmo dia da 1ª leitura do sensor, ~13:27)

Recebido pelo canal oficial do Forms (../docs/entrada-atualizacoes-planta.md), processado manualmente porque o gatilho do Apps Script ainda estava sendo configurado no momento do envio — mesmo protocolo de processamento, só a origem do arquivo que foi manual. Fotos tiradas ~30 min antes da leitura do sensor registrada na entrada anterior.

Observado (3 fotos do dono, varanda do local A):

  • copa seguindo densa, com folhagem nova nas pontas dos ramos (verde-claro, típico de crescimento recente) — consistente com a trajetória "recuperação avançada" de 07/09 e 17/09;
  • tutor de bambu visível, ainda sem nada amarrado (fotos -1, -2) — confirma que a escolha/amarração do líder segue pendente, como já registrado em 17/09;
  • novo(s) botão(ões)/flor pequena, tom rosa, perto do centro do vaso (fotos -1, -2) — bem menor que a flor aberta de 5 pétalas registrada em 17/09; parece botão fechado ou flor recém-aberta, não dá para afirmar qual por foto;
  • sensor hhcc-01 claramente visível, instalado no substrato (foto -3, cápsula verde-clara na terra) — confirma visualmente o que já estava registrado em §4, sem necessidade de nova investigação;
  • sem sinais de folha amarela generalizada, praga ou murcha nas 3 fotos. Não é possível avaliar drenagem/encharcamento por estas fotos (ângulo não mostra o fundo do vaso ou o pratinho).

Concluído / hipótese (🟡 diagnóstico por foto é hipótese, não conclusão):

  • Copa continua no rumo positivo. Nada nestas fotos contradiz o estado 🟢 já registrado; reforça a leitura de recuperação avançada com mais um check-in.
  • Botão/flor novo é o mesmo padrão recorrente já visto em 07/09 e 17/09 — a planta segue tentando florir apesar da meta ser copa, não fruto. Ação recomendada igual às anteriores: pinçar, sem tratar como problema.
  • Líder segue sem escolha — consistente com a pausa pedida pelo dono em 17/09, não é um novo achado, só confirmação de que nada mudou nessa frente.

Ação: nenhuma mudança de manejo além do já registrado. Pinçar o(s) botão(ões)/flor na próxima visita física. Aplicar Forth Frutas meia dose na próxima janela sem chuva, como já decidido em 17/09 (checar drenagem antes).

Pendente: ver §5 — remover botão/flor (reforçado); escolher e amarrar líder (segue pausado); checar drenagem/encharcamento antes do adubo; demais itens sem mudança.

Fotos: não publicadas.


2026-09-20 — Complemento: comentário do dono (Forms) — adubo aplicado em 18/09, sensor confirmado, nota de clima

Complementa a entrada anterior. O envio original desta planta (carimbo 2026-09-20_1327) não tinha campo de comentário no Forms — só foi adicionado depois. O dono mandou o relato à parte; registrado aqui, acoplado ao mesmo update, em vez de virar uma checagem nova e desconectada.

Observado (relato do dono):

  • Planta "cresceu bem" desde o último registro.
  • Forth Frutas meia dose aplicado na sexta-feira, 2026-09-18 — dentro da janela liberada desde ~13/09 (ver histórico de 17/09). O dono não mencionou se a checagem de drenagem/encharcamento (pendência priorizada em 17/09, por causa da chuva) foi feita antes.
  • Sensor hhcc-01 segue instalado, "desde o último registro" — confirma continuidade, sem mudança em §4.
  • Dono vai mandar depois prints do app do sensor, para cruzar stats e a variação após a adubação (ação futura, ainda não recebida).
  • Nota de clima (relato do dono, varanda do local A — onde ficam esta planta e a pitanga-01): depois do período de muito sol na chegada das plantas, houve cerca de 3 semanas de chuva forte e frio — mais longo que as "2 semanas" já registradas em 17/09 (mesma leva de mau tempo, agora com duração maior confirmada). Nos últimos 2 dias teve um pouco de sol, mas a previsão segue de chuva.

Concluído / hipótese:

  • Adubo aplicado 2 dias antes das fotos desta atualização (18/09 → fotos de 20/09) — coerente com a copa "seguindo cheia" já registrada; cedo demais para atribuir qualquer efeito visível especificamente a esta aplicação.
  • ⚠️ Checagem de drenagem antes do adubo de 18/09: não confirmada. A ficha já tinha isso como prioridade desde 17/09, por causa da chuva prolongada — não assumir que foi feita só porque o adubo foi aplicado. Ver §5.
  • Clima: o relato de hoje reforça e estende a leitura já registrada em 17/09 — período prolongado de chuva/frio, agora ~3 semanas, pode seguir retardando crescimento e resposta ao adubo. Segue sem medição objetiva (o projeto ainda não tem a integração Open-Meteo, Fase 2, para confirmar). Mesma nota de clima vale para a pitanga-01, mesma varanda.

Ação: perguntar ao dono se a drenagem foi checada antes do adubo de 18/09; se não, checar agora. Quando os prints do app chegarem, registrar como entrada nova (stats + variação pós-adubação). Manter o resto do plano já em curso (remover botão/flor, escolher líder).

Pendente: ver §5 (atualizada) — confirmação da checagem de drenagem (novo, ligado ao adubo já aplicado); prints do app pós-adubo (novo); demais itens sem mudança.


2026-09-28 — Histórico numérico do hhcc-01 reconstruído (14–24/09): EC confirma o adubo, 1 dia de calor extremo no substrato

Não é leitura por foto — é dado numérico do sensor, extraído de prints do app "Flower Care" (método completo, tabelas hora a hora e demais dias em ../docs/historico-sensor-app.md). Resumido aqui só o que é acionável para o manejo desta planta.

Observado (11 dias de dados, 14 a 24/09):

  • EC (fertilidade) confirma numericamente o efeito do Forth Frutas aplicado em 18/09. Véspera (17/09): 263/222 µS/cm (Max/Min) — mesma faixa baixa dos dias 14–16/09. No dia da aplicação (18/09): Max salta para 725 µS/cm, e só ali o valor passa a superar o piso "apropriado" do app (350). Dias seguintes (19→24/09) mostram decaimento gradual: 531→322→ 294→247→232→248 µS/cm — consistente com lixiviação, não com nova aplicação.
  • ⚠️ 21/09: temperatura do substrato bateu 44,4°C (madrugada normal, 19,9°C) — o maior valor de toda a série, acima da faixa "apropriada" do app (8–35°C). 🟡 hipótese: sensor mede o substrato, não o ar — sol direto na ponta do sensor num dia de céu limpo pode aquecer bem mais que a temperatura ambiente. Não é conclusão de estresse térmico; fica registrado para cruzar com a próxima leitura de status por foto/comentário do dono daquela semana, se houver sinal de folha queimada ou murcha.
  • Umidade acompanha o dia do adubo (Max 52% em 18/09, a maior da série) — bate com a prática recomendada de substrato úmido antes de aplicar.

Concluído: nenhuma mudança de manejo — o EC alto pós-adubo é o esperado e desejado (era justamente o alvo da aplicação), e o pico de 44,4°C é hipótese a observar, não uma ação imediata. Fecha a pendência "prints do app pós-adubo" registrada em 2026-09-20 — ver §5.

Ação: nenhuma. Continuar recebendo prints do app (mais dias, e voltando no tempo até achar o limite de retenção) para estender a série — ver pendências em docs/historico-sensor-app.md.

Pendente: ver §5 (sem mudança além do já fechado acima); observar sinal de estresse térmico na próxima foto/comentário, por causa do pico de 21/09.


2026-09-28 — Análise: por que a água "flutua pouco" e por que o adubo "sumiu rápido"

O dono perguntou como interpretar dois padrões dos 11 dias de dados: baixa flutuação da umidade e fertilidade que subiu pouco e se dissipou rápido. Detalhe importante que o dono trouxe: as faixas "apropriadas" mostradas pelo próprio app não são de acerola — são do perfil Citrus hystrix (limão-kaffir), escolhido no app por ser a espécie mais parecida disponível. Isso motivou ir atrás de literatura real de acerola (§2, fontes acima) em vez de só usar o que o app sugere.

1) "Flutuação de água muito baixa" — é o comportamento esperado, não falha de sensor.

Água no substrato não tem ciclo diário como luz e temperatura (sol nasce e se põe todo dia; substrato não seca e umedece sozinho todo dia). O que existe é a curva de secagem entre uma rega/chuva e a próxima — mudança de dias, não de horas. Olhando os 11 dias:

  • Dentro de um único dia, a umidade é quase sempre uma linha reta (ex. 17/09: 22,9% em quase todas as 24 horas). Isso é o esperado — já registrado como princípio do projeto em docs/medicoes.md §2 ("medir o ciclo, não o ponto").
  • O sinal real está na comparação entre dias, e ele existe: 15/09 (15→41%, subiu — chuva ou rega), indo a 33% em 16/09, caindo suave até 21% em 23/09 (seca gradual de ~8 dias), e subindo de novo pra 40% em 18/09-24/09 batendo com o relato de chuva prolongada na ficha (2026-09-17/20). Isso É a curva de secagem que o projeto quer enxergar — só não aparece dentro de 1 dia, aparece entre os dias.
  • ⚠️ Não confundir "flutuação baixa" com "sonda não está pegando nada": os valores absolutos batem com o padrão narrado (rega/chuva → sobe; dias secos → desce), então a sonda está respondendo, só que na escala de tempo certa da própria água no solo, não na escala de horas.
  • ⚠️ Revisão 2026-10-13: cruzando com a chuva do Open-Meteo, os dias de chuva forte (20, 22 e 23/09) não subiram a leitura. As subidas (15, 18, 24, 25 e 29/09) caíram entre 9h e 12h, com padrão de rega. A atribuição "chuva → sobe" acima provavelmente está errada. Detalhe em docs/medicoes.md §2.

2) "Fertilidade cresceu pouco e já foi embora tudo que coloquei" — bate com o que a literatura de citros em vaso prevê, e tem uma causa reforçante local (chuva).

  • "Cresceu pouco": o salto de 263→725 µS/cm no dia do adubo (18/09) é, na verdade, um aumento de quase 3× — não é pouco em termos relativos. Pode ter parecido pouco porque 725 µS/cm ainda está abaixo da faixa "apropriada" do app (350–2000) — mas essa faixa é do perfil Citrus hystrix, calibrada pra outra planta, então não é o padrão certo pra julgar "cresceu pouco ou não" (ver §2, fontes). Sem alvo numérico confiável de EC pra acerola, o que dá pra afirmar é só a proporção: quase triplicou.
  • "Já foi tudo embora": em ~4 dias (18→22/09) o EC caiu de 725 pra perto da faixa pré-adubo (~226–248). A literatura de citros em vaso confirma que isso é esperado, não anômalo: "potted citrus requires more frequent, lighter feeding because nutrients leach out quickly" (Nature Hills) — vaso pequeno tem pouco volume de substrato pra reter sal, e rega/chuva lava rápido. Fator agravante local: a ficha já registra chuva prolongada na mesma janela (2026-09-17 a 2026-09-20) — a "queda de nutriente" nesse caso é lixiviação por chuva, não falta de absorção pela planta, seguindo a mesma lógica que docs/medicoes.md §4 já previa pra regime "aberto à chuva" antes mesmo de ter dado real pra testar.
  • ⚠️ Ressalva metodológica: EC crua de sensor barato sobe também com o aumento de umidade em si (não só com sal dissolvido) — docs/medicoes.md §4 já registra isso. O dia do adubo (18/09) é também o dia em que a umidade deu o maior salto da série (Max 52%). Parte do pico de EC pode ser efeito cruzado de umidade, não só do adubo — os dois eventos coincidiram no mesmo dia e não dá pra separar com um sensor só.

Concluído: os dois padrões observados são consistentes com o que se espera de um vaso de ~25–34 L, substrato bem drenado, exposto à chuva direta — não indicam sensor com defeito nem indicam que o adubo "não fez efeito". O ritmo de decaimento do EC (poucos dias) é, se algo, um argumento a favor de reaplicar em ciclos mais curtos e com doses menores (padrão "frequent, lighter feeding" da literatura de citros em vaso), em vez das aplicações espaçadas atuais — mas isso é inferência de literatura de citros, não de acerola comprovada, então fica registrado como leitura, não como mudança de plano ainda.

Ação: nenhuma mudança de manejo imediata. Considerar, na próxima decisão sobre adubação, avaliar um ciclo mais curto/dose menor em vez do padrão atual — discutir com o dono antes de aplicar (viola premissa 7 comprar produto novo, mas não viola mudar frequência do que já está em casa).

Pendente: nenhuma fonte encontrada dá alvo numérico de EC específico pra acerola — se aparecer um artigo/extensão que meça isso diretamente (não via citros como proxy), atualizar §2. Seguir comparando o EC pós-próxima adubação com este baseline agora estabelecido.


2026-09-28 — Discussão sobre cadência do adubo: adiada até isolar o efeito da chuva; ⚠️ correção — "meia dose" nunca foi medida contra o rótulo

Continuação da entrada anterior (mesmo dia). Discussão pedida pelo dono sobre trocar o padrão "meia dose espaçada" por "doses menores e mais frequentes", motivada pela leitura de literatura de citros em vaso.

Decisão 1 — não mudar a cadência agora. O decaimento rápido de EC observado (725→~230 µS/cm em 4 dias) coincidiu com a mesma janela de chuva forte já registrada na ficha (2026-09-17 a 2026-09-20) — confundidor real: não dá pra saber quanto foi lixiviação "normal" de vaso pequeno (o padrão da literatura de citros) e quanto foi essa chuva específica lavando mais forte que o usual. Só 1 aplicação registrada não permite separar as duas causas.

Resolvido: esperar a próxima aplicação em janela sem chuva forte, acompanhar o EC por ~1 semana sem chuva no meio, e só então decidir se o decaimento rápido se repete de verdade (justificando doses menores/mais frequentes) ou se foi majoritariamente efeito da chuva daquela semana (não justificaria mudar o padrão).

⚠️ Correção 2 — a "meia dose" de 18/09 nunca foi medida contra o rótulo. Ao perguntar sobre o formato de uma futura dose menor, o dono revelou que a aplicação de 18/09 (registrada em 2026-09-17/2026-08-20 como "Forth Frutas 12-05-15, meia dose") foi, na prática, "uma colher de sobremesa do pózinho" — uma medida de olho, não "metade do que o rótulo indica pro diâmetro do vaso" como a entrada de 2026-08-20 definia a regra. Isso não invalida os dados de EC já registrados (o sensor mediu o que mediu, independente da dose ter sido calculada ou chutada), mas corrige o registro: a suposta "meia dose" era, na verdade, uma quantidade ⚠️ não verificada contra o rótulo. Esta entrada corrige, não apaga, a de 2026-08-20 — regra de histórico append-only.

Consequência prática — próxima aplicação precisa ser medida. Pra que a próxima leitura de EC seja comparável (e resolva a Decisão 1 acima), a próxima dose precisa ter quantidade conhecida e registrada — de duas formas, à escolha do dono:

  1. Ler o rótulo do Forth Frutas e calcular a quantidade real pro diâmetro/volume do vaso atual (~25–34 L), aplicando meia dose de fato; ou
  2. Se preferir continuar por "colherada", medir e registrar quantas colheres (de sobremesa, ou a medida que for usar) e de quê — pelo menos aí a próxima comparação é colher-contra- colher, mesmo sem saber a relação exata com o rótulo.

Sem uma das duas, o próximo dado de EC vira mais um ponto sem dose conhecida, e a decisão de cadência (Decisão 1) fica travada de novo.

Ação: aguardar a próxima janela de aplicação sem chuva forte prevista; nessa aplicação, registrar a quantidade real usada (rótulo ou colheres, ver acima) antes de aplicar. Sem mudança de cadência até essa leitura de confirmação.

Pendente: ver §5 — quantidade real da próxima aplicação (novo, prioridade — destrava a Decisão 1); demais itens sem mudança.

Confirmação (mesmo dia): dono confirmou que a quantidade de 18/09 foi exatamente 1 colher de sobremesa (não "algumas colheres" — uma só). Fica como baseline conhecido para comparação colher-contra-colher (opção 2 acima), mesmo sem saber a relação exata com o rótulo: a próxima aplicação já pode repetir "1 colher de sobremesa" (ou registrar quantas, se for diferente) e o EC resultante passa a ser comparável a este primeiro ponto.


2026-09-28 — ✅ Rótulo completo do Forth Frutas fotografado: frequência e dosagem oficiais resolvem a Decisão 1

Continuação da mesma conversa. O dono fotografou a seção "Recomendações de uso" do rótulo, que não tinha sido capturada em 2026-08-20 (só o NPK havia sido registrado). Isso fecha a pendência "próxima adubação: registrar quantidade real" com um dado melhor do que o planejado — não precisa mais isolar o efeito da chuva por tentativa, o próprio rótulo já diz o intervalo.

Observado (rótulo, seção "Recomendações de uso"):

  • Frequência: a cada 30 dias. Regra do fabricante, não estimativa do projeto.
  • Dosagem — "Frutíferas em vasos" (é essa a seção aplicável, não "Frutas no solo" — a aceroleira está em vaso): unidade = 1 colher de sopa = 25 g. | Vaso | Dose | |---|---| | 25L ou 30×30cm × altura | 1x (25 g) | | 100L ou 50×50cm | 2x ⚠️ (número exato do meio da tabela ficou ilegível na foto — 50g por analogia linear, a confirmar) | | 500L ou 80×80cm ou maior | 3x (75 g) |

    O vaso da acerola (~25–34 L, 38cm ⌀ × 30cm) fica na borda da faixa "25L/30×30cm" → dose recomendada = 1x = 1 colher de SOPA = 25 g. - Modo de aplicação: espalhar sobre a terra a partir de 20 cm do tronco, ao redor da projeção da copa; regar em seguida até diluir e a água escoar pelo fundo do vaso. - Aviso do rótulo: não jogar o adubo nas folhas; regar imediatamente após aplicar. - Também existe uma tabela separada "Frutas no solo" por categoria de fruta (não pot-size) — acerola está listada ali (junto com ameixa, banana, caqui, etc.): muda 25g / adulta 100g por planta. Essa tabela não se aplica aqui (é para pé de fruta plantado direto no solo, não em vaso) — registrada só para não confundir numa consulta futura ao mesmo rótulo.

⚠️ Correção importante: a aplicação de 18/09 usou colher de sobremesa, não colher de sopa como o rótulo especifica — são medidas diferentes (sobremesa é menor). A "meia dose" registrada em 2026-08-20 não foi uma metade calculada de propósito; foi, coincidentemente, menor que o "1x" oficial por causa da colher errada.

Concluído — resolve a Decisão 1 da entrada anterior: não é mais necessário esperar uma janela de tempo sem chuva "no acaso" — o intervalo mínimo entre aplicações já é definido pelo fabricante: 30 dias. Aplicação de 18/09 + 30 dias = próxima aplicação a partir de ~2026-10-18, não antes. Isso também resolve, de quebra, o confundidor chuva-vs-lixiviação: com dose e intervalo agora padronizados pelo rótulo, qualquer decaimento de EC observado após a próxima aplicação é comparável à de 18/09 com muito mais confiança, e a checagem de chuva na data (mais perto de outubro) continua valendo como cuidado adicional, não mais como o único critério.

Ação: não aplicar hoje (2026-09-28). Próxima aplicação: a partir de ~2026-10-18, com 1 colher de sopa (25 g) — a medida certa do rótulo, aplicada a 20cm do tronco ao redor da copa, regando em seguida. Registrar a data exata e confirmar que foi realmente colher de sopa (não de sobremesa) quando acontecer.

Pendente: ver §5 — atualizar quando a aplicação de ~18/10 acontecer (data exata, dose confirmada); checar a previsão de chuva mais perto da data, mas não é mais bloqueio central.


2026-10-01 — Sensor passa a registrar sozinho a cada 15 min (ponte esp32-01)

Observado: instalada a ponte esp32-01 numa tomada perto desta planta. Ela ouve o hhcc-01 e envia a cada 15 min para a planilha InfoSensorESP32 (Google Drive). Primeira escuta (fim de tarde): substrato 28,2–29,0 °C, umidade 22 %, condutividade 189–191 µS/cm, luz 4.214→3.844 lux.

Consequência para esta ficha: o histórico hora a hora deixa de depender de prints do Flower Care a partir de hoje — mas só entra no painel/pipeline quando a P32 (PROJETO.md §7) for feita. Até lá, os dados ficam na planilha.


2026-10-01 — hhcc-01 sai desta planta e vai para a pitanga-01

Decisão do dono: a pitanga nunca foi medida; a acerola já tem ~2 semanas de histórico. O sensor muda de vaso hoje (⚠️ hora exata a confirmar).

Histórico numérico que esta planta fica tendo:

Período Fonte Situação
14/09 → 30/09 Prints do Flower Care, hora a hora (data/sensor-app/aceroleira-01-*.csv) ✅ registrado (24/09 em 2026-09-28; 25–30/09 em 2026-10-01)
01/10, até 15h (até a troca) Prints do Flower Care ⏳ dono vai enviar — mesmo método de docs/historico-sensor-app.md
01/10, fim de tarde → troca Planilha InfoSensorESP32 (a cada 15 min) ✅ na planilha; serve para conferir os prints do mesmo dia

Consequência: a partir da troca, nenhum número novo de umidade/EC desta planta. A adubação de ~18/10 não vai ter curva de EC medida (a de 18/09 tem) — a comparação "colher de sopa × colher de sobremesa" fica sem dado, a menos que o sensor volte para cá nessa janela. Decidir perto da data.

Pendente: prints 25/09→01/10; hora exata da troca; decidir se o sensor volta para cá na adubação de ~18/10.

Confirmação (mesmo dia): troca às 15:00 (horário de Brasília), informada pelo dono. Desta planta: tudo até 14:59 de 01/10. Prints de 25/09→01/10 chegam pelo comando /prints-flower-care (celular, Remote Control); o dia 01/10 entra só com as horas antes das 15h.


2026-10-01 — 🔴 Calor do substrato vira padrão repetido, não mais pico isolado (25–30/09)

Lote de 6 dias processado via /prints-flower-care. Detalhe completo (tabelas hora a hora, metodologia) em ../docs/historico-sensor-app.md (entrada 2026-10-01). Resumido aqui só o que muda o manejo.

Observado:

  • Temperatura do substrato passou de 40°C em 5 dos 6 dias, batendo perto de 48°C duas vezes (26/09: 47,0°C; 28/09: 47,7°C). O pico de 44,4°C em 21/09 — registrado em 2026-09-28 como "🟡 hipótese a observar, não conclusão" — deixa de ser isolado. Seis dias seguidos com madrugada normal (19–22°C) e tarde disparando 20–25°C acima é um padrão, não ruído de leitura.
  • Os dias de calor mais extremo (26 e 28/09) são também os de maior acúmulo de luz da semana — consistente com sol direto forte e constante, não com defeito do sensor.
  • EC voltou a picos altos (665, 476, 461 µS/cm) sem nenhuma adubação nova (próxima marcada ~18/10) — reforça que parte da leitura de EC crua sobe com o calor/umidade do substrato, não só com sal (docs/medicoes.md §4). Não misturar com o pico de 725 µS/cm do dia do adubo, que tinha causa conhecida.
  • Umidade sem padrão novo — queda suave entre rega/chuva, de 38–45% (25–26/09) a 20–25% (27–30/09, mais seco e quente).

Concluído: o calor extremo no substrato deixou de ser hipótese isolada — é um padrão que se repete quase todo dia de sol forte. 🟡 Ainda não é diagnóstico de dano (nenhuma foto recente mostra folha queimada ou murcha), mas a frequência justifica atenção ativa, não só "observar se aparecer".

Ação: 1. Pedir uma foto/comentário específico da planta na próxima janela de sol forte — olhar folha nova e pontas de ramo, procurando sinal de queima ou murcha que não existia nos checkpoints anteriores (17/09, 20/09). 2. Sem mudança de rega ainda — vaso já é regado "substrato levemente úmido, nunca encharcado" (regra desde 30/08); calor de superfície não necessariamente significa déficit hídrico na zona radicular mais funda, que o sensor (sonda curta, ~5cm) não vê. Se a próxima foto mostrar sinal de estresse, reavaliar frequência de rega nos dias de sol forte, não só manter o padrão atual. 3. Nenhuma mudança na adubação — o padrão de EC é consistente com artefato térmico, não com necessidade de mais nutriente.

⚠️ Consequência da troca do sensor: a partir de 01/10 15h o hhcc-01 passa a medir a pitanga-01 (ver nota acima). A adubação de ~18/10 não vai ter curva de EC medida para confirmar o efeito da dose correta (1 colher de sopa) — a comparação planejada com 18/09 fica sem esse dado, a menos que o sensor volte antes dessa data. Avaliar com o dono perto de 18/10 se vale a pena mover o sensor de volta temporariamente.

Pendente: fecha parcialmente a pendência "prints 25/09→01/10" (falta só a manhã de 01/10, até 15h); decidir sobre o sensor voltar para a adubação de ~18/10 (ver acima); observar sinal de estresse térmico na próxima foto (reforça pendência já aberta em 2026-09-28).

Correção (mesmo dia, 15:24): a ponte esp32-01 também começou hoje; as leituras dela na planilha antes da troca são testes de instalação e ficam descartadas (dono). O histórico numérico da acerola é só o dos prints do Flower Care (14/09 → 01/10 até 15h). Substitui a linha "01/10 → troca / Planilha" da tabela da entrada acima.