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Pitangueira — pitanga-01

Espécie: Eugenia uniflora (pitanga) Regime: varanda-fruteira (ver docs/regimes.md) Local: varanda — local A (coordenadas omitidas), 6h+ de sol direto, aberta à chuva. Mesma varanda da aceroleira-01 — gerenciamento separado da varanda da jabuticabeira-hibrida-01 (local B). Estado: 🟡 estabelecimento — crescimento provável: o broto da base cresceu de ~1–2 folhas (17/09) para um tufo (01/10), e há gemas bronze abrindo nas pontas. Copa ainda não confirmada pela mesma ponta em duas datas. Manchas amarelas 🟡 a observar Próxima ação: sem adubo, sem poda ainda. ~08/10: foto de perto das mesmas pontas da 2026-10-01-3.jpg — abriram em folha → estabelecimento concluído, adubo meia dose liberado, P28 volta. Também: face de baixo de 2–3 folhas manchadas. Sensor hhcc-01 medindo desde 01/10 15:00 Última atualização: 2026-10-01 — fotos do Forms + sensor hhcc-01 instalado


1. Identificação

Campo Valor
plant_id pitanga-01
Origem Loja/viveiro — muda vinha num vaso plástico preto pequeno de viveiro. ⚠️ enxertada / pé-franco / estaca não sabido pelo dono
Data de aquisição 2026-08-30
Idade estimada ⚠️ não informada
Altura atual ~80 cm — informado pelo dono em 2026-08-30 (não medido com trena)
Vaso (⌀ × altura) 38 cm ⌀ × 30 cm — confirmado igual ao vaso novo da acerola (2026-08-30); trena pendente p/ valor absoluto
Volume do vaso ~25–34 L ⚠️ (34 L se cilíndrico; ~25–30 L por ser cônico/arredondado)
Substrato Torrão de viveiro (vaso plástico preto pequeno) transferido para o cachepô. Montagem 2026-08-30 igual à da acerola: pedras de argila expandida no fundo → manta → terra. ⚠️ composição da terra nova não informada. 2026-09-03: pedras decorativas brancas cobrindo a superfície — estéticas; escondem a terra e dificultam ver os primeiros cm secarem (ver histórico)
Exposição solar 6h+ de sol direto (mesma varanda da acerola)
Exposição à chuva Sim, direta

2. Requisitos da espécie

⚠️ Valores de literatura, a calibrar com o histórico real.

Parâmetro Alvo Observação
DLI 20–35+ mol/m²/dia ⚠️ Tolera sol pleno bem. Frutifica melhor a pleno sol; na sombra vegeta e produz pouco
Água Regular, umidade mais constante que a acerola Não gosta de seca prolongada, sobretudo jovem. Mais próxima da jabuticabeira que da acerola neste ponto — ⚠️ não compartilhar calendário de rega com a aceroleira-01 (ver §2 da ficha da acerola)
pH 5,5–6,5, tolera 5,0–7,0 Espécie rústica, bem adaptável a solo
EC / nutrição Moderada Rústica; responde a adubação equilibrada. Adubo em casa: Forth Frutas 12-05-15 + micros (mesmo da acerola/jabuticabeira)
Drenagem Boa, mas mais tolerante que acerola e jabuticabeira Aceita melhor volume grande de substrato ainda sem raiz
Vaso p/ frutificar 30–60 L ⚠️ Frutifica em vaso relativamente cedo
Horizonte de fruto 2–3 anos ⚠️ (menos se propagação vegetativa) Rápida para uma mirtácea. Várias floradas/ano quando estabelecida

Pragas/doenças a vigiar nesta espécie: lagartas e besouros mastigadores (furos na folha), manchas foliares fúngicas em ambiente úmido, e — quando houver fruto — a mosca-das-frutas (Anastrepha), que tem forte predileção por pitanga. Nenhum sensor do projeto detecta praga.

3. Meta atual

Estabelecer e crescer. Planta recém-adquirida e envasada — a prioridade é a raiz ocupar o vaso novo. Não frutificar por ora; alertas de indução floral e nutrição para fruto não se aplicam.

Diferente da acerola (que passou por trauma de poda + transplante), a pitanga chegou com copa cheia e vigorosa, então o período de "não mexer" tende a ser mais curto — o critério de saída continua sendo brotação nova saudável, não uma data.

4. Equipamentos instalados

Equipamento Desde O que mede Ficha
hhcc-01 2026-10-01 15:00 Umidade, EC, luz, temp. a cada 15 min, via ponte esp32-01 → planilha InfoSensorESP32. Perfil do app: Eugenia uniflora equipamentos/hhcc-01.md

5. Pendências

  • Confirmar origem — enxertada, pé-franco ou estaca (define o horizonte de fruto). Dono não sabe; checar etiqueta do viveiro / nota fiscal, se houver.
  • Confirmar a montagem do vaso → igual à da acerola (argila expandida + manta + terra), confirmado 2026-08-30.
  • Confirmar dimensões do vaso → iguais ao da acerola (38 ⌀ × 30 cm), confirmado 2026-08-30. Falta o valor absoluto com trena.
  • Medir a altura com trena (hoje: ~80 cm informado).
  • Registrar o substrato usado.
  • Manchas amarelas com centro necrótico — em 2026-09-17 seguem presentes, mas estáveis (não parecem ter se espalhado desde 07/09). Checar face inferior quando der, regar só no substrato de manhã, circulação de ar. Não pulverizar.
  • Confirmar se o plástico de loja do cachepô saiu — não visível nas fotos de 2026-09-07 nem 2026-09-17, mas sem close da base para confirmar.
  • Brotação nova (critério de fim do estabelecimento) — ⚠️ reaberta uma 3ª vez em 2026-09-17: o mesmo tom avermelhado já aparecia na foto de 2026-08-30 (cadastro), então uma foto isolada não prova que é crescimento recente. Método agora: identificar a mesma ponta de ramo, contar os pares de folha hoje, e comparar em ~10 dias (2026-09-27) — pares novos além dos de hoje, ou essas folhas esverdeando, confirma; idêntica, não confirma. Sem adubo até lá.
  • Definir a forma-alvo da poda de formação (arbusto compacto / espaldeira) — a planta já está se apoiando na grade, o que favorece espaldeira, mas a decisão está pausada a pedido do dono. Poda prevista p/ início de outubro, condicionada à brotação nova ser confirmada pela comparação no tempo (item acima). Ver histórico 2026-09-07/17 e P28 em ../PROJETO.md. Sem poda até lá.
  • Método de rega com as pedras decorativas (novas em 2026-09-03): como não dá para ver a terra, checar umidade enfiando o dedo/palito através das pedras, ou aprender o peso do vaso seco × molhado (levantar). Ver histórico 2026-09-03.
  • Checar drenagem/encharcamento (2026-09-17) — depois de 2 semanas de chuva forte, confirmar que não há água parada no cachepô ou no pratinho. Provável que a chuva já tenha suprido toda a rega necessária no período.
  • Fixar um enquadramento de referência para a série fotográfica (mesmo ponto, mesma hora do dia).
  • Verificar drenagem — vaso grande, muito substrato ainda sem raiz + chuva direta.

6. Histórico

Append-only. Entrada nova sempre embaixo. Para corrigir algo, criar entrada nova referenciando a anterior.

2026-08-30 — Cadastro inicial: aquisição, envase e leitura de status por foto

Observado (3 fotos do dono, varanda do local A, fim de tarde, planta molhada de chuva/rega):

  • pitangueira jovem, ~80 cm, em cachepô azul novo (plástico de loja ainda em volta, com etiqueta de código de barras);
  • copa densa e vigorosa — folhagem verde abundante, bem mais cheia que a da acerola ao lado; vários caules finos saindo da base (hábito multi-ramificado / arbustivo), a copa tende a abrir/pender para os lados;
  • brotação nova com tons avermelhados/bronze nas pontas — pigmentação normal de folha nova em pitanga, não necessariamente estresse;
  • algumas folhas bem danificadas (foto de perto): manchas escuras necróticas, algumas com halo amarelado; furos (mastigação — inseto); uma folha enrolada/deformada; tons arroxeados em algumas folhas e num broto;
  • vaso 38 cm ⌀ × 30 cm ("mesmas dimensões do vaso novo da acerola") → ~25–34 L ⚠️;
  • substrato comercial com perlita visível; superfície nivelada e próxima da borda;
  • sem sensor instalado.

Concluído:

  • Planta cadastrada como 4ª do projeto (3ª ativa), plant_id = pitanga-01, regime varanda-fruteira, mesma varanda e coordenada da aceroleira-01 (local A). Linha adicionada em plants/README.md, plants.yaml e na tabela de locais do PROJETO.md §4.
  • Regime de rega diverge do da acerola. As duas estão na mesma varanda, mas a pitanga quer umidade mais constante e a acerola se beneficia de seca curta. Registrado na §2. É a segunda instância da mesma conclusão acionável do projeto (a primeira foi acerola × jabuticaba).
  • Estado 🟡 estabelecimento, não baseline saudável — mesma lógica de adaptação das outras plantas: só água, sem adubo e sem poda até brotação nova confirmar que a raiz pegou no vaso. Como a copa chegou cheia, o período tende a ser curto.

Hipótese sobre as folhas danificadas (🟡 não é conclusão — não se diagnostica por foto):

  • A maior parte do dano parece pré-existente (viveiro / transporte / manuseio) numa planta que, no conjunto, está vigorosa e com brotação ativa.
  • Furos = mastigação por lagarta ou besouro. Folha enrolada pode ser lagarta enroladeira, tripes, ou dano físico. Manchas escuras com halo podem ser mancha foliar fúngica (comum em mirtácea sob folhagem molhada e ar parado) ou cicatriz de dano mecânico.
  • Tons arroxeados: provavelmente pigmentação normal de folha nova; menos provável frio ou deficiência de fósforo.
  • Nenhum sensor do Objetivo 1 distingue essas causas. O que ajuda é inspeção direta da face inferior das folhas e observação seriada com foto no mesmo enquadramento.

Ação: regar para assentar o substrato. Não pulverizar nada agora. Inspecionar a face inferior das folhas danificadas à procura de lagarta/ovos/tripes e remover à mão o que achar. Retirar o plástico da loja do cachepô. Refotografar em ~1 semana, mesmo enquadramento.

Pendente: ver §5.

Fotos: não publicadas.


2026-08-30 — Complemento: origem e montagem do vaso

Observado (respostas do dono):

  • Origem: o dono não sabe se é enxertada, pé-franco ou estaca. A muda veio de loja da forma usual — uma planta num vaso plástico preto pequeno de viveiro. Sem etiqueta identificando cultivar/propagação. Fica como pendência de baixa prioridade (só afeta a estimativa de horizonte de fruto, que ainda está longe).
  • Montagem do vaso: idêntica à da acerola — pedras de argila expandida no fundo → manta → terra. Dimensões do vaso iguais às do vaso novo da acerola (38 ⌀ × 30 cm).

Concluído:

  • Igual à acerola, a pitanga saltou de um vaso de viveiro pequeno (~1–2 L) direto para ~25–34 L. É muito substrato ainda sem raiz para consumir a água. A pitanga tolera solo úmido melhor que acerola e jabuticaba, mas a camada de argila + manta e o regime de rega conservador nas primeiras semanas continuam sendo a mitigação: regar pouco e só quando os primeiros ~3–5 cm secarem, até a raiz começar a colonizar o volume novo.
  • Pendência da montagem do vaso e das dimensões: fechadas. Origem: segue aberta (baixa prioridade).

2026-09-03 — Dia 4: estabelecimento sem sinal de choque; pedras decorativas na superfície

Reavaliação do estabelecimento iniciado em 2026-08-30 (~1 semana antes do previsto). Recebida pelo canal novo de atualização (ver ../docs/entrada-atualizacoes-planta.md), ainda no chat.

Observado (3 fotos do dono, varanda do local A, fim de tarde, luz artificial):

  • copa densa, cheia e vigorosa — folha verde-escura, brilhante e túrgida, sem murcha, sem amarelecimento novo, sem folha caída visível. 4 dias após o envase, nenhum sinal de choque de transplante (esperado: torrão de viveiro intacto + espécie rústica);
  • alguns ramos arqueando/pendendo para os lados sob o peso da folhagem — hábito arbustivo multi-caule, já descrito em 30/08;
  • pedras decorativas brancas cobrindo toda a superfície do substrato até a borda — novas desde 30/08 (na foto anterior a terra estava exposta, com perlita à vista);
  • dano foliar igual ao de 30/08: alguns furos de mastigação e manchas escuras pontuais, alguns com halo. Não parece ter progredido — sem enxame de furos novos, sem mancha se espalhando;
  • plástico de loja ainda na base do cachepô (-2, atrás/embaixo) — pendência de 30/08 não resolvida;
  • sem sensor. Enquadramento diferente dos anteriores.

Concluído / hipótese (🟡 — diagnóstico por foto é hipótese):

  • Estabelecimento indo bem. Folha túrgida e brilhante 4 dias após o envase é o sinal que importa: a planta não está sofrendo com a mudança de vaso. Coerente com o previsto — período de "não mexer" curto porque a copa chegou cheia. Ainda não é baseline saudável nem saída do estabelecimento: o critério continua sendo brotação nova claramente identificável.
  • Dano foliar estável reforça a hipótese de dano pré-existente (viveiro/transporte), e enfraquece a de praga ativa — se houvesse lagarta comendo, haveria furos novos em 4 dias. Segue 🟡 a observar; um olhar na face inferior ainda vale, mas sem urgência.
  • As pedras decorativas têm um efeito colateral prático: escondem a superfície da terra, e a regra de rega desta planta era "regar quando os primeiros 3–5 cm secarem" — que dependia de ver/tocar a terra. Além disso, pedra clara reduz a evaporação da superfície e segura umidade por mais tempo ali, o que soma um pouco ao risco de encharcamento já registrado (muito substrato sem raiz + chuva direta). Não faz mal à planta; muda o método de medição, não o alvo.
    • Como contornar: antes de regar, enfiar o dedo ou um palito de churrasco através das pedras e sentir a umidade a ~3–5 cm; ou aprender o peso do vaso (levantar de leve) seco × recém-regado e usar isso como referência. Não é preciso remover as pedras.
  • Nada aqui muda o plano: só água, sem adubo, sem poda até a brotação nova aparecer.

Ação:

  1. Rega: manter o alvo (deixar os primeiros ~3–5 cm secarem antes de regar), medindo através das pedras com o dedo/palito, ou pelo peso do vaso.
  2. Retirar o plástico de loja da base do cachepô.
  3. Um olhar na face inferior das folhas com furo/mancha, sem pressa. Não pulverizar nada.
  4. Refotografar por volta de 2026-09-13, mesmo enquadramento (de dia), procurando brotação nova (folha vermelha/bronze nas pontas) e comparando o dano foliar.

Estado: 🟡 estabelecimento, a observar — sem sinal de choque, no rumo esperado. Reavaliar em ~10 dias.

Pendente: ver §5 — plástico do cachepô; método de rega com as pedras; face inferior das folhas; origem; altura com trena; enquadramento fixo; drenagem.

Fotos: não publicadas.


2026-09-07 — Dia 8: sadia, sem brotação nova ainda; dono quer podar para formar; manchas amarelas

Reavaliação do estabelecimento. Fotos de dia. Só 2 fotos desta vez.

Observado (2 fotos do dono, varanda do local A, de dia, folhagem molhada):

  • folhagem cheia, verde-escura, brilhante e túrgida — nenhum sinal de murcha ou de choque de transplante. Vigor de folha não é o problema;
  • mas nenhuma brotação nova claramente identificável ainda (sem os lançamentos vermelho/bronze típicos de pitanga). Aos 8 dias é esperado — a raiz vem primeiro. O estabelecimento ainda não fechou;
  • forma esparsa e pendente: vários ramos longos arqueando para fora e para baixo sobre a borda do vaso, folha concentrada nas pontas, centro da planta aberto/ralo. É o hábito multi-caule arbustivo já descrito, acentuado — a planta "abre" em vez de adensar;
  • manchas amarelas irregulares no meio da lâmina de várias folhas, algumas com um ponto necrótico marrom no centro (foto -2). Mais visível que em 03/09. Também alguns furos de mastigação e pontilhado escuro esparso;
  • pedras decorativas brancas; plástico de loja parece ter saído (não aparece nas fotos de hoje — confirmar); objeto preto arredondado ao lado do vaso (pé de vaso / enfeite).

Concluído / hipótese (🟡 — não se diagnostica por foto):

  • "Fraca" é forma, não saúde. A folha está túrgida, brilhante e densa — a planta não está fraca de vigor. O que incomoda o dono é a arquitetura (ramos moles, esparramados, centro vazio) e a ausência de crescimento visível desde o envase — que é normal na fase de raiz. Importante separar as duas coisas: a formação resolve a arquitetura; o tempo resolve o crescimento.
  • Manchas amarelas com centro necrótico: o padrão (manchas espalhadas, algumas com necrose central, numa mirtácea com folhagem que vive molhada) é compatível com mancha foliar fúngica — que a §2 já lista como praga/doença a vigiar nesta espécie. Não é conclusão: pode ser também dano localizado ou carência pontual. Nenhum sensor do projeto detecta isso. Ação é cultural, não química, por enquanto.
  • Sobre adubar: mantém-se sem adubo até a brotação nova aparecer. Além da regra de estabelecimento, jogar nitrogênio numa planta com possível mancha fúngica favorece a doença.

Proposta do dono — podar médio a forte no fim do inverno, projetar o ano que vem (registrada, decisão em aberto → P28):

  • O raciocínio está certo: podar logo antes do surto de primavera é o momento clássico para poda estrutural — a rebrota é máxima e a planta "gasta" o corte rápido. Fim do inverno no local A é ~21/09.
  • O problema é a data colidir com o estabelecimento. A pitanga foi envasada em 30/08 e ainda não confirmou raiz pega (sem brotação nova). Poda média/forte agora repete exatamente o erro que o projeto registrou na acerola (poda + transplante juntos = "trauma maior"): tira a área foliar que deveria estar dirigindo a colonização dos ~25–34 L de terra nova. Numa mirtácea, poda forte em planta não estabelecida também arrisca dieback.
  • Posição do projeto (a discutir, não veto):
    1. Esperar a brotação nova (critério de saída do estabelecimento — não uma data). Deve vir em ~2–4 semanas.
    2. Feito isso, a poda de formação no início da estação de crescimento (início a meados de outubro no local A) ainda pega quase todo o surto de primavera–verão. O atraso real vs. "fim do inverno" é de ~2–3 semanas e derruba muito o risco.
    3. Definir a forma-alvo antes de cortar: arbusto compacto? "pé alto" (tronco limpo + copa)? espaldeira contra a grade? Cada uma pede cortes diferentes. "Podar médio a forte" sem alvo vira poda destrutiva.
    4. Intensidade: numa planta jovem recém-estabelecida, médio (encurtar ~⅓, tirar ramos mal posicionados) rende melhor que forte — forte só se a forma-alvo exigir rebaixar bastante e a planta já estiver empurrando crescimento com força.

Ação:

  1. Rega: manter — dedo/palito através das pedras, ou peso do vaso.
  2. Manchas foliares: checar a face inferior das folhas manchadas (fungo x inseto), remover as folhas mais manchadas e descartar longe, não molhar a folhagem à noite (regar no substrato, de manhã), garantir circulação de ar. Não pulverizar nada ainda — reavaliar na próxima foto se espalhou.
  3. Confirmar se o plástico de loja saiu.
  4. Poda de formação: aguardar brotação nova; enquanto isso o dono decide a forma-alvo. Quando a raiz confirmar, a gente fecha o plano de corte. Sem poda até lá.
  5. Refotografar ~2026-09-14, mesmo enquadramento, de dia — procurando (a) brotação nova e (b) evolução das manchas.

Estado: 🟡 estabelecimento, a observar — sadia, forma a corrigir depois, manchas foliares a vigiar. Reavaliar em ~1 semana.

Pendente: ver §5.

Fotos: não publicadas.


2026-09-07 — Plano de estilização para ~início de outubro (poda de formação média)

Complemento — o dono pediu uma sugestão de forma "para a pitanga daqui a 1 mês". Proposta do assistente; não executada. Depende de (a) brotação nova confirmada e (b) o dono escolher a forma-alvo. Consolida a P28.

Pré-requisito: brotação nova confirmada (raiz pega no vaso). Se não vier até o início de outubro, adiar 1–2 semanas — o critério é a raiz, não a data.

Forma-alvo — escolher uma:

Alvo O que é Prós / contras
Arbusto compacto (recomendado) copa densa e arredondada, conduzida a ~1–1,3 m Joga a favor da espécie — pitanga é planta clássica de cerca/topiaria no Brasil, rebrota fácil até em madeira velha. Ataca direto o "esparramada / centro aberto". Menor risco
Pé alto 1 tronco limpo até ~50–60 cm + copa arredondada em cima Visual mais "arrumado", mas remove muito e depende de eleger 1 caule dominante que hoje não existe claramente
Espaldeira / leque na grade ramos principais amarrados em leque contra o gradil da varanda Economiza espaço se a varanda for estreita; exige manutenção constante do plano

Poda (intensidade MÉDIA — no máximo ~⅓ da folhagem de uma vez):

  1. Sanitária primeiro: remover todas as folhas/raminhos com mancha e as partes secas; descartar longe da planta.
  2. Caules da base: se houver 6+ caules finos, reduzir para os 3–5 mais fortes e bem espaçados; cortar os demais rente à base. (Para "pé alto": deixar só 1.)
  3. Encurtar cada ramo longo arqueado em ⅓–½, sempre cortando acima de uma gema virada para fora/cima — levanta e adensa a copa, tira o aspecto "pendente".
  4. Abrir o centro: remover alguns ramos que atravessam o meio ou se cruzam — melhora a circulação de ar (ajuda também contra a mancha foliar).
  5. Depois: sem adubo por ~2 semanas; então Forth Frutas 12-05-15 meia dose quando a planta estiver empurrando crescimento.
  6. Rebrota forte esperada em 2–4 semanas → 2ª passada leve, escolhendo os brotos que ficam.
  7. Pinçar os brotos novos a 4–6 folhas ao longo da estação, para adensar.

Tesoura limpa e afiada, desinfetada entre as duas plantas.


2026-09-07 — Esclarecimento das formas-alvo (dúvidas do dono)

"Arbusto compacto também precisa eleger um caule dominante?" → NÃO. É multi-caule: mantêm-se 3–5 caules da base, todos co-dominantes, sem líder. Só se reduz o número (se houver 6+) e se conduz o grupo — encurtar todos a altura parecida, cortar para gema externa/alta, pinçar. É a opção de menor esforço e menor risco, e é como a pitanga cresce naturalmente. Só o pé alto exige eleger 1 líder e remover os demais.

Espaldeira (espalier) na grade — detalhe: conduzir a planta achatada contra o plano do gradil da varanda. Escolhem-se 2–4 ramos principais e amarram-se aos barrotes da grade, abrindo em leque (ou como cordões horizontais); tudo que cresce para dentro da varanda ou para a parede é podado. Vira uma tela verde de ~15–25 cm de espessura.

  • Prós: ocupa ~zero espaço de piso; vira barreira/privacidade ao longo da grade; fruto fácil de alcançar; ótima circulação de ar (ajuda contra a mancha foliar); visual arquitetônico. Pitanga é boa para isto — é usada como cerca-viva no Brasil, aguenta poda dura, folhagem densa e perene.
  • Contras: precisa de suporte para amarrar (a própria grade serve); poda de manutenção 2–4×/ano para manter o plano; compromete a planta com aquela posição e orientação; grade metálica esquenta ao sol (menor).
  • Início em outubro: escolher os ramos mais próximos do plano da grade, dobrar com delicadeza e amarrar com fita de jardim / tiras de pano (nunca arame); podar tudo que aponta para dentro/fora; cortar os ramos amarrados para gemas que apontem ao longo do plano (lados/cima). Construir "braços" em leque ou horizontais ao longo das estações.

Resumo do esforço: pé alto (mais) › espaldeira (médio, contínuo) › arbusto compacto (menos). Aguardando o dono escolher entre arbusto compacto e espaldeira para o assistente desenhar o esquema.


2026-09-17 — Dia 18: brotação nova confirmada; estabelecimento encerrado

Chegou pelo Remote Control (celular), sem legenda — identificada pelo vaso com pedras brancas (ver ficha da acerola para as outras 3 fotos da mesma remessa).

Observado (2 fotos do dono, varanda do local A):

  • brotação nova com pontas vermelho-bronze claramente visível — é exatamente o sinal que faltava em 07/09 para fechar o estabelecimento;
  • a planta está crescendo bem para cima, vários ramos já alcançando/apoiando na grade da varanda — ela mesma está "sugerindo" a espaldeira, em vez de adensar como arbusto;
  • manchas amarelas/foliares antigas continuam presentes, mas não parecem ter se espalhado — poucas folhas afetadas na foto, sem sinal de progressão agressiva. 🟡 segue hipótese de mancha fúngica, sem confirmação, mas o padrão "estável" se mantém;
  • pedras decorativas brancas no lugar; base com vários caules finos saindo juntos, como já descrito.

Concluído:

  • ✅ Critério de saída do estabelecimento cumprido: brotação nova confirmada. A raiz pegou no vaso novo. Estado sobe para 🟢.
  • Consequência prática: a restrição "sem adubo, sem poda" que dependia deste critério cai agora para o adubo. Pode aplicar Forth Frutas 12-05-15 meia dose. A poda de formação segue no plano de início de outubro (P28) — o prerequisito de raiz já está satisfeito, falta só deixar esse flush novo endurecer um pouco e o dono decidir a forma.
  • A planta votando em espaldeira: ela já está crescendo em direção à grade e se apoiando nela por conta própria. Isso é um voto real a favor da opção espaldeira sobre arbusto compacto — seguir o que a planta já está fazendo custa menos poda do que forçá-la a virar bola compacta.

Ação:

  1. Adubar: Forth Frutas 12-05-15, meia dose, substrato úmido antes e rega depois.
  2. Decidir a forma-alvo agora (o mais cedo melhor, porque muda o que se poda em outubro): arbusto compacto ou espaldeira — a planta está sinalizando espaldeira.
  3. Manter os cuidados com a mancha foliar (regar no substrato, não à noite; olhar a face inferior quando der).
  4. Refotografar em ~2 semanas (por volta do início de outubro), incluindo um close da base.

Estado: 🟢 estabelecimento concluído — planta pega, saudável, crescendo. Próxima decisão é de forma, não de saúde.

Pendente: ver §5 — escolher forma-alvo (espaldeira favorecida pela planta); manchas foliares (monitorar); plástico de loja (confirmar se saiu); origem; altura com trena; enquadramento fixo; drenagem.

Fotos: não publicadas.


2026-09-17 — ⚠️ Correção, mesmo dia: "brotação nova" era leitura incerta, não confirmada

Corrige a entrada anterior de hoje. O dono questionou ("não tinha reconhecido crescimento novo, tem certeza?") e trouxe um dado novo: últimas 2 semanas de muita chuva, frio e menos sol que o normal (relatado também na ficha da acerola). O erro fica registrado, não é apagado.

Reavaliação: a entrada anterior leu o tom vermelho-bronze de algumas folhas como "brotação nova" (que em pitanga costuma vir com essa cor). Mas essa mesma cor também aparece em folha madura sob estresse por frio/pouca luz (acúmulo de antocianina — pigmento de defesa, não sinal de crescimento). As duas coisas parecem iguais numa foto: só se distinguem de perto, pela textura (folha nova é pequena, mole, ainda meio dobrada, na ponta do ramo; folha de estresse é do tamanho normal, rígida, no meio do ramo). Não dá para dizer qual era, pela foto que chegou.

O dono não ter percebido crescimento em pessoa pesa mais que a minha leitura da foto — ele está olhando a planta de verdade, eu só a imagem. Retirando a conclusão de "brotação confirmada." ⚠️ Volta a ser hipótese, não fato.

Sobre o clima como explicação alternativa: 2 semanas de frio + chuva + pouco sol bate melhor com "sem crescimento novo ainda" do que com "brotação forte": frio reduz atividade de raiz e fotossíntese, pouco sol reduz energia disponível — é o oposto das condições que empurram flush. Isso torna a hipótese "vermelho = estresse, não crescimento" mais provável que a de 07/09 mais cedo hoje.

Concluído:

  • Estado volta a estabelecimento em curso, não concluído. O critério (brotação nova clara) continua não cumprido com confiança.
  • Adubo: NÃO liberar ainda. A recomendação de hoje mais cedo é revogada — dependia diretamente do critério que acabou de cair. Esperar sinal mais claro.
  • Estilização/forma-alvo: já estava pausada a pedido do dono; sem mudança.
  • Efeito do clima nas duas plantas: pode estar freando o ritmo geral dos últimos dias — não é motivo de alarme, é motivo de paciência antes de tirar conclusão de crescimento por cor de folha. Vale mais uma folha nova, pequena e mole, vista de perto, que qualquer tom de cor à distância.
  • Risco a vigiar com o mesmo clima: 2 semanas de chuva = mais chance de substrato encharcado, ainda mais com as pedras decorativas escondendo a superfície. Checar drenagem (água escoando, sem empoçar no cachepô/pratinho) antes de qualquer rega manual — é bem possível que a chuva já tenha suprido toda a necessidade de água do período.

Ação:

  1. Sem adubo. Esperar folha nova inequívoca (pequena, mole, na ponta) — de perto, não por foto.
  2. Checar drenagem — ver se há água parada no cachepô ou no pratinho depois das chuvas.
  3. Continuar os cuidados com a mancha foliar (regar no substrato, não à noite).
  4. Próxima foto: incluir 1 close bem próximo de uma ponta de ramo, pra dar pra ver textura (folha nova mole × folha madura só avermelhada). Isso resolve a ambiguidade de vez.

Estado: 🟡 estabelecimento em curso — critério de saída ainda não cumprido com confiança.

Pendente: ver §5 — confirmar brotação nova de perto (novo, substitui o item marcado como concluído mais cedo hoje); drenagem/encharcamento (novo); demais itens sem mudança.


2026-09-17 — Confirmado de perto: é brotação nova, não estresse

Resolve a ambiguidade da entrada anterior. Dono mandou o close pedido.

Observado (2 fotos do dono, de perto, 1 ramo cada):

  • em ambas, um par de folhas visivelmente menor que as folhas maduras ao lado, na ponta terminal do ramo (além do último par de folha madura, não no meio dele);
  • cor em gradiente: verde na base da folha, passando a bronze/vinho na ponta e nas bordas — não um vermelho uniforme cobrindo uma folha do tamanho normal;
  • textura menos brilhante/mais fina que a folha madura ao lado (essa sim bem glossy);
  • numa das fotos, uma leve mordida de inseto na pontinha — irrelevante para a leitura de crescimento, só desgaste normal de folha nova e tenra.

Concluído:

  • Bate com folha nova, não com folha madura avermelhada por estresse. Os três sinais que eu pedi pra distinguir — (1) menor que a madura, (2) na ponta do ramo, (3) textura diferente — estão todos presentes juntos. Estresse por frio deixaria a folha do tamanho normal, em qualquer posição do ramo, sem esse gradiente de cor da base pra ponta.
  • ✅ Critério de fim do estabelecimento cumprido, agora com confiança. Diferente da leitura de mais cedo hoje (baseada só em cor, à distância), esta tem o tipo de evidência que eu disse que resolveria — a correção anterior estava certa em pedir isso antes de fechar.
  • Consequência: adubo (Forth Frutas meia dose) liberado, com a mesma ressalva já registrada para a acerola hoje: aplicar num intervalo sem chuva forte, e checar antes que não há água empoçada no vaso (2 semanas de chuva).
  • Sobre o clima retardar o crescimento: pode ter retardado o ritmo, mas não impediu — a planta está emitindo folha nova mesmo com frio/pouco sol. Reforça que "mais lento que o ideal" e "parado" são coisas diferentes.

Ação: aplicar Forth Frutas meia dose (checar drenagem antes). Manter os cuidados com a mancha foliar. Estilização segue em pausa.

Estado: 🟢 estabelecimento concluído — confirmado de perto.

Pendente: ver §5 — item de brotação nova fechado; demais sem mudança (forma-alvo em pausa, mancha foliar, drenagem, plástico, origem, altura, enquadramento).

Fotos: não publicadas.


2026-09-17 — ⚠️ 2ª correção, mesmo dia: essa folha pode estar assim desde 30/08

Corrige a entrada anterior (também de hoje). O dono perguntou: "acho que essa folha está assim desde que veio pra cá, impossível?" — não é impossível. Conferi as fotos antigas pra checar.

Verificado: olhando de novo fotos/pitanga-01/2026-08-30-1.jpg (cadastro inicial, dia da compra), já havia um broto de tom avermelhado/acobreado visível na planta — e a entrada de 30/08 já registrava isso: "brotação nova com tons avermelhados/bronze nas pontas — pigmentação normal de folha nova em pitanga". Ou seja, eu já tinha visto e nomeado esse padrão de cor no dia zero, antes de qualquer coisa "nova" poder ter acontecido.

O problema de método: uma foto isolada de uma folha vermelha não prova quando ela nasceu. Ela só mostra a cor agora. Se essa mesma ponta já estava assim há 18 dias e não avançou (não ganhou par de folha novo além dela, não esverdeou), ela não é evidência de raiz ativa hoje — é só uma folha que ficou parada nesse estágio, o que é consistente também com a hipótese de estresse (frio/pouco sol) que eu já tinha considerado e descartado cedo demais.

Concluído:

  • Retirando a confirmação de novo. Duas leituras da mesma foto, duas conclusões diferentes hoje — o padrão do dia mostra que julgar brotação por cor, numa foto única, não é confiável, mesmo com o close de perto. Preciso de comparação no tempo, não de uma foto melhor.
  • Método a partir de agora: identificar essa mesma ponta de ramo (pela posição/formato, já que não há marca física) e contar os pares de folha que ela tem hoje. Em ~10 dias, fotografar a mesma ponta: (a) se apareceram pares novos além do que existe hoje, ou (b) se os pares de hoje esverdearam, é crescimento confirmado. Se estiver idêntica, é a folha antiga estagnada — aí sim vale reconsiderar o critério de estabelecimento com outro sinal.
  • Adubo: revogado de novo. Sem base ainda para dizer que a raiz está ativa o suficiente.

Ação: nenhuma além de esperar e refotografar a mesma ponta em ~10 dias (por volta de 2026-09-27). Sem adubo até lá. Sem poda (já estava pausada).

Estado: 🟡 estabelecimento — critério de saída não confirmado, aguardando comparação no tempo, não mais foto única.

Pendente: ver §5 — brotação nova reaberta outra vez, agora com método de verificação definido (contagem de pares de folha na mesma ponta, revisitar em ~10 dias).


2026-10-01 — Sensor hhcc-01 instalado: 1ª medição desta planta

Observado: o dono moveu o hhcc-01 da aceroleira-01 para este vaso (⚠️ hora exata a confirmar). Mesma varanda, então a ponte esp32-01 segue ouvindo e gravando a cada 15 min na planilha InfoSensorESP32. Leituras de antes da troca na planilha são da acerola — a divisão está em ../data/sensor-vinculos.csv.

O que o sensor pode responder aqui:

  • Rega: a superfície coberta de pedras brancas (2026-09-03) escondia a secagem — a curva de umidade passa a mostrar isso diretamente.
  • Estabelecimento da raiz (critério de saída em aberto desde 17/09): ciclos de secagem ficando mais rápidos ao longo das semanas sugerem raiz ativa consumindo água. 🟡 Sinal indireto: vale cruzado com a contagem de pares de folha, não sozinho.
  • EC de base sem adubo (nunca adubada no projeto): referência para quando o adubo for liberado.

Limites: as manchas foliares e a hipótese de fungo nenhum sensor do projeto detecta. Sonda a ~5 cm: mede a camada de cima, não a zona radicular do torrão de viveiro.

Ação: nenhuma no manejo. Desconsiderar a 1ª hora após a troca (sonda assentando no substrato). Primeira leitura de tendência após ~1 semana de dados.

Pendente: hora exata da troca.

Confirmação (mesmo dia): troca feita às 15:00 (horário de Brasília), informada pelo dono. Leituras da planilha a partir das 15:00 são desta planta; 15:00–16:00 descartadas (sonda assentando). Regra aplicada por core/vinculos.py. O app Flower Care foi resetado para esta planta pelo dono.


2026-10-01 — Dia 32: comparação no tempo (método de 17/09) — crescimento provável, não fechado

Update enviado pelo Forms às ~15:28. ⚠️ O Apps Script não arquivou o envio (fotos ficaram em Plantas Update (File responses)/Fotos, nada em PlantsCare Inbox nem no GitHub) — fotos copiadas à mão. O texto do campo Comentários não chegou ao repo (fica só na resposta do Forms); registrar em entrada complementar quando o dono repassar.

Observado (4 fotos, ~30 min depois de instalar o hhcc-01):

  • Vista geral (-1), enquadramento parecido com 2026-09-17-1.jpg: copa cheia, verde escura, sem murcha nem queda visível. Ramo líder da direita, junto à grade, parece mais alto — ⚠️ ângulo diferente, não conta como medida.
  • Broto da base, entre as pedras: em 17/09 era um broto pequeno com ~1–2 folhas; hoje é um tufo com vários pares de folha verde-clara, bem maior. É a mesma posição em dois momentos — o tipo de comparação que o método de 17/09 pede. ⚠️ Confirmar de perto que é rebrota da pitanga (folha igual, saindo do colo/raiz) e não uma erva.
  • Pontas da copa (-3): várias pontas com pares minúsculos, ainda fechados, bronze/vinho — gema rompendo, não folha do tamanho normal avermelhada. Foto única → apoio, não prova (lição de 17/09).
  • Manchas foliares (-4, de cima): várias folhas com mancha amarela difusa, algumas com ponto escuro no centro; alguns furos de mastigador. Em 17/09 estavam "estáveis"; daqui de cima parecem em mais folhas, mas ângulo e luz diferem — 🟡 a observar, não conclusão.

Concluído:

  • 🟡 Crescimento provável. A única evidência com eixo do tempo (broto da base) mostra crescimento real em 14 dias; as gemas nas pontas são coerentes com isso. Ainda não fecha o critério da copa: falta a mesma ponta em duas datas.
  • Fechar em ~7 dias (~08/10): fotografar de perto as mesmas pontas da foto -3 (ramo alto encostado na parede). Se os pares bronze abriram em folha, o estabelecimento está concluído → adubo meia dose liberado e a poda de formação (P28) volta à mesa com a forma-alvo. Se estiverem idênticos, segue em espera.
  • Sensor ajuda no mesmo ponto: se a umidade da sonda cair mais rápido a cada ciclo de secagem nas próximas semanas, é raiz consumindo água — sinal indireto, cruzar com as fotos.
  • Manchas: nenhum sensor do projeto detecta fungo. Precisa de foto da face de baixo de 2–3 folhas manchadas, de perto. Manter: rega só no substrato, de manhã, sem pulverizar.

Ação: nada no manejo hoje. Sem adubo, sem poda. Foto de perto das pontas e da face inferior das manchas em ~7 dias.

Estado: 🟡 estabelecimento — crescimento provável (broto da base cresceu em 14 dias), confirmação da copa em ~08/10.

Pendente: comentário do Forms deste envio; confirmar o broto da base; face inferior das manchas; ver §5.

Fotos: não publicadas.

Correção (mesmo dia, 15:24): o dono pediu para ignorar ~1 h após a troca. Leituras desta planta valem a partir de 16:30 de 2026-10-01 (coluna descartar_ate em data/sensor-vinculos.csv). Substitui o "15:00–16:00" da confirmação acima.